As melhores praias portuguesas (36)


Pedro Correia,

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Vale do Lobo (Loulé)

18 comentários em “As melhores praias portuguesas (36)”

  1. Esta só ainda existe porque o Estado lá põe areia todos os anos. Se não, aquelas casas já teriam caído ao mar.

  2. Tenho recordações esplêndidas de Vale do Lobo, na altura um pequeno paraíso pontuado de fabulosas unidades hoteleiras. Tive lá a minha estreia num hotel de cinco estrelas, com 15 anos e completamente impreparada. A praia era maravilhosa, principalmente por ser pouco lotada e ter a água mais quente do que qualquer praia de Lagos.

    1. Tive lá a minha estreia num hotel de cinco estrelas, com 15 anos

      Maravilha, gente fina é outra coisa.

      Eu com a minha idade nunca estive num hotel de 5 estrelas.

      1. Ainda vai a tempo, creio. Numa promoção de inverno encontra um fim de semana por menos de metade do preço. Mas acredite que o que poderá ser diferente de um hotel catita sem estrelas ou de um B&B é apenas a deferência no tratamento. Para os meus 15 anos, apenas tinha visto isso em filmes. É natural que me traga memórias inesquecíveis.

      2. E vê-se aqui o retrato de muito português, em vez de perguntarem do que Dulce gostou, do que a fez impressionar-se…não. Temos : “gente fina”, “pais ricos”…

    2. Bem bom, a experiência devia ter sido de encantamento.
      Hotel de 5 estrelas com 15 anos é para quem tem pais ricos.

      1. Muito se apressa o eu a fazer julgamentos, hum? Normalmente nunca acerta mas isso é coisa recorrente.
        Um dia destes conto a história, mas não vai ser seguramente porque alguém pensa que tive “pais ricos” ou que me deva “desculpar” por isso. Que pobreza de espírito.

        1. Maria Dulce Fernandes, é o costume dizer.
          Mas, 15 anos, hotel de 5 estrelas, na Quinta do Lago…..não é pra todos, mesmo que sejam ricos de espírito.

          1. O al gharb (ocidente/barlavento) é o que eu conheço, e bem.
            Foram três anos de férias na casa do Infante (? diziam) na Carrapateira, e visitas anuais.
            E dava pra ir para o extenso areal da Bordeira ou para a Praia do Amado.
            Ou para a Ponta da Aspa beber café da meia-noite a ver passar aves noturnas de arribação.
            Almoçar na Estrela em Sagres e seguir até Porto de Mós, espreitar na Ponta da Piedade e descansar à sombra da Praia de D. Ana.
            p.s. “É seu costume dizer mal”, não percebo essa acusação.

          2. Muito me diz… mas confundir a Quinta do Lago com Vale do Lobo, mostra grande conhecimento. E não me diga que nunca percebeu que é ” do contra” que eu não acredito.

          3. Sim, e não, fiz confusão, mas não é muito longe.
            Essa de ser “do contra” tem muito que se lhe diga, quanto ao ano, à década e ao cinquentenário.

        2. Desculpar, talvez não. Mas tudo que seja menos de lapidação pública por tão “horrendo” crime é premiar o pecado.
          Francamente, hotel cinco estrelas aos 15 anos? Como pode o mundo suportar tamanha infâmia.

          1. Nem queira saber o horror que passei, Corvo. Mas olhe, nunca viajei de avião em primeira classe! E nem sei se vale a pena, porque se formos ver bem, só deve valer a pena nas viagens de longo curso e não em todas as viagens ou todas as companhias. Do que dá para ver num avião, porque acabamos muitas vezes por sair pela frente, a diferença é um pouco mais de espaço para as pernas e menos uma cadeira nas coxias…

  3. Hotel de cinco estrelas aos quinze anos?
    Eu nem aos quinze nem ao contrário. 51. Aliás nem nunca.
    Mas já me conformei. Decididamente, nasci para pobre e por aí me quedo.
    Mas já viajei de avião em classe executiva. O meu patrão também lá ia e teve vergonha de ser acusado de xenofobia. daí ter pagado o excesso. Nove horas a beber champanhe. Foi épico.
    Sobre a praia propriamente, nessa pode o Balio mergulhar à vontade porque nunca urinei lá dentro. Provavelmente porque nunca lá fui. Daí se a água é ou está quente, juro que não tem nenhuma contribuição minha.

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