Por estes rios acima (27)


Pedro Correia,

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RIO TUA

 

Nascente: A norte de Mirandela, por junção dos rios Tuela e Rabaçal

Foz: Rio Douro, na aldeia de Foz Tua, concelho de Carrazeda de Ansiães

Extensão: cerca de 57 km

 

«Encosta abaixo medra o carvalho negral, o castanheiro, a oliveira e o sobreiro; e sazonam em frutos incomparáveis as laranjas do Tua, as vinhas do Roncão, as cerejeiras de Penajóia e as amendoeiras de Freixo de Espada à Cinta.»

 

Jaime Cortesão, Portugal – A Terra e o Homem 

6 comentários em “Por estes rios acima (27)”

  1. Omitiu-se nesta série os rios Torto e Távora, dois afluentes do Dauro em cujos vales se fazem dos melhores vinhos de Portugal.

  2. BATATADA A MURRO (4)
    Repescado do PPTAO com a data de 28 de Outubro de 2011
    > O assalto continua……do Sabor, do Tua e do Corgo para a Serra. De entre os milhares de milhões de prejuízo da REFER alguém faz o favor de nos dizer qual o peso específico dos alegados prejuízos de exploração contabilística destas linhas?
    E o serviço incontabilizável para as populações, a destruição das obras de arte á força de braço quando estes agiotas ainda adormeciam nas entranhas dos antecedentes bem como a exploração turística negligenciada?
    Reportemo-nos agora e apenas à 1ª pedra criminosa da barragem do Tua.
    Crime digo eu. Trata-se de uma irrepetível centenária obra de arte, esculpida a músculo num cenário montanhoso agrestemente inigualável. Nem precisamos de comparar com o que seria a demolição ou soterramento de estátuas ou pirâmides de outros mundos. Devem os salteadores ser acusados por intenção conscientemente criminosa de decapitação de uma maravilha terrena inseparável do eterno Douro, património da humanidade que não podemos deixar assassinar.
    Será que a maioria dos Portugueses conhece? É hora de organizar excursões de todo o País á região, para que um sentimento de revolta se instale e impeça tal acto de dimensão terrorista destruidora.
    Naquelas paragens pelas alturas de S. Mamede de Riba Tua tal a grandeza e extensão do feito chamam-lhe carinhosamente a contemplação do belo horrível.
    Quem dá caça a tais actos terroristas engendrados no aconchego do ar condicionado e regulados apenas ao sabor de contabilidades caseiras inscritas na parede do lucro fácil com tições de carvão roubado?

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