
Um filme belíssimo sobre a memória, a doença, a beleza, o bem e o mal, e a possibilidade de encontrar em tudo isto a melhor lição de poesia. Venceu o prémio de melhor argumento na edição de 2010 do Festival de Cannes.

Um filme belíssimo sobre a memória, a doença, a beleza, o bem e o mal, e a possibilidade de encontrar em tudo isto a melhor lição de poesia. Venceu o prémio de melhor argumento na edição de 2010 do Festival de Cannes.
Tomei nota, Ana Sofia.
🙂 Eu considero-o um filme extraordinário, Rui. Fui vê-lo para me recompor de “O tio Boonmee que se lembra das suas vidas anteriores”, o filme que ganhou o festival e que os críticos, com argumentos que não me convenceram nada, consideram sublime…
Um belíssimo filme, sim. E uma interpretação extraordinária. No conjunto, apesar de tantas interrogações sem resposta, ficamos a saber, se é que não o sabíamos antes, que a poesia atravessa todas as nossas vidas, mesmo os aspectos que à partida teríamos mais dificuldade em associar a ela.