Os dogmas e tabus que a classe política-jornalista andou a vender nos últimos 30-40 anos não permitem a guerra. Sim teremos uns drones, umas bombas e pouco mais. Fazer o que for preciso para ganhar a guerra não.
Os curdos têm ganho a guerra no terreno. Sem drones nem bombas. Primeiro passo: estrangular a fonte de financiamento e de armamento daquela corja assassina. E pôr fim à duplicidade de certos “aliados” do Ocidente nesta matéria.
Quem confunde atentados terroristas com guerra não está ao corrente dos problemas em que nos enfiaram sendo que nunca estará a altura de resolver a situação que irá evoluir rapidamente e sem controle.
Seis caixas de comentários mais acima você escreve isto, em manifesta contradição com o que escreve agora: “eles não são terroristas, são elementos de um exército não regular.” Essa cabeça anda mesmo baralhada.
Ah, então está de acordo com o primeiro-ministro francês, um político que muito admiro: http://www.liberation.fr/france/2015/11/14/manuel-valls-nous-sommes-en-guerre_1413503
Estou de acordo quanto ao estado de guerra mas não á forma que nos vão tentar impingir para a vencer que se for igual ás anteriores só vai piorar a situação.
Quanto á sua admiração pelo politico em causa é um problema não só seu mas sobretudo dos franceses.
Pareço estar muito acompanhado: http://www.lefigaro.fr/politique/le-scan/decryptages/2015/01/25/25003-20150125ARTFIG00110-manuel-valls-toujours-plus-populaire.php
Sondagens !’?
E de 25 de Janeiro de 2015, você e muitos mais não estão definitivamente no mesmo comprimento de onda da maioria para desespero e sofrimento dessa mesma maioria.
Lá diz o ditado que fracos líderes (na acepção moral do termo sobretudo) fazem fraca a forte gente.
Esta vez é a guerra? então e as armas pesadas do Daesh – quase todas francesas? então e a invasão de vários países islamicos, com argumentos por vezes falsos pelas tropas de paises ocidentais, foi um espectaculo de fogo de artificio? Talvez admire que ainda milhoes de irquianos, sirios libios ainda consigam distinguir entre o holandinho, bush, blair…e nós cidadãos comuns; mas se insistirmos muito nesta politica de semear ventos , talvez colhamos mais tempestades do que merecemos.E como lá já acontece há anos, quem vai sofrer somos nós os mexilhões.
Palavras leva-as o vento, já as acções que se impõe tomar permanecem.
” Ceder é perder. Formula-se uma política e há que executá-la rapidamente. Só é possível ceder a ter flexibilidade depois da política estar vitoriosa. Antes disso, é perder por completo. “
Título de conversa fiada do jornal.
Embora se os jovens não podem ir a festivais e usufruir da sociedade livre vai ficar muita gente com mãos e cabeça desocupada.
Em idade de combater.
“Título de conversa fiada” porquê?
Se fosse você a fazer o título escrevia o quê? Peace and love?
Os dogmas e tabus que a classe política-jornalista andou a vender nos últimos 30-40 anos não permitem a guerra. Sim teremos uns drones, umas bombas e pouco mais.
Fazer o que for preciso para ganhar a guerra não.
Os curdos têm ganho a guerra no terreno. Sem drones nem bombas.
Primeiro passo: estrangular a fonte de financiamento e de armamento daquela corja assassina.
E pôr fim à duplicidade de certos “aliados” do Ocidente nesta matéria.
Um pesadelo que destrói vidas
Uma história de pesadelo que ainda vai nos capítulos iniciais, infelizmente.
Quem confunde atentados terroristas com guerra não está ao corrente dos problemas em que nos enfiaram sendo que nunca estará a altura de resolver a situação que irá evoluir rapidamente e sem controle.
Seis caixas de comentários mais acima você escreve isto, em manifesta contradição com o que escreve agora: “eles não são terroristas, são elementos de um exército não regular.”
Essa cabeça anda mesmo baralhada.
Eu não ando baralhado mas lá que o Pedro Correia bem baralha como quer, já poucos terão duvidas.
Quem ler o que escrevi acima não vê nenhuma incongruência, só o Pedro Correia.
O que digo e para que fique claro é que o que aconteceu em França não são ataques terroristas, é GUERRA e como tal tem de se agir em conformidade.
Ah, então está de acordo com o primeiro-ministro francês, um político que muito admiro: 5/11/14/manuel-valls-nous-sommes-en-guer re_1413503
http://www.liberation.fr/france/201
Estou de acordo quanto ao estado de guerra mas não á forma que nos vão tentar impingir para a vencer que se for igual ás anteriores só vai piorar a situação.
Quanto á sua admiração pelo politico em causa é um problema não só seu mas sobretudo dos franceses.
Pareço estar muito acompanhado: n/decryptages/2015/01/25/25003-20150125A RTFIG00110-manuel-valls-toujours-plus-po pulaire.php
http://www.lefigaro.fr/politique/le-sca
Sondagens !’?
E de 25 de Janeiro de 2015, você e muitos mais não estão definitivamente no mesmo comprimento de onda da maioria para desespero e sofrimento dessa mesma maioria.
Lá diz o ditado que fracos líderes (na acepção moral do termo sobretudo) fazem fraca a forte gente.
Cá vai outra: age-manuel-valls-deux-fois-plus-populair e-francois-hollande-750165.html
http://www.bfmtv.com/politique/sond
Esta vez é a guerra? então e as armas pesadas do Daesh – quase todas francesas? então e a invasão de vários países islamicos, com argumentos por vezes falsos pelas tropas de paises ocidentais, foi um espectaculo de fogo de artificio?
Talvez admire que ainda milhoes de irquianos, sirios libios ainda consigam distinguir entre o holandinho, bush, blair…e nós cidadãos comuns; mas se insistirmos muito nesta politica de semear ventos , talvez colhamos mais tempestades do que merecemos.E como lá já acontece há anos, quem vai sofrer somos nós os mexilhões.
Com esta obsessão de encontrar responsáveis em todo o lado, menos em quem matou, ainda chegamos à conclusão de que a culpa foi das vítimas.
Tem toda a razão !
Mais se seguirá, em breve abdicaremos de bom grado (a favor dos nossos lideres e suas seitas) das poucas liberdades que nos restam.
Nem uma palavrinha de condenação da barbárie?
Palavras leva-as o vento, já as acções que se impõe tomar permanecem.
” Ceder é perder. Formula-se uma política e há que executá-la rapidamente. Só é possível ceder a ter flexibilidade depois da política estar vitoriosa. Antes disso, é perder por completo. “
Umas palavras são levadas pelo vento, sim. Mas outras são inscritas em pedra.