Em sentido literal, Marinho e Pinto é um ovo de galinha chocado numa grande extensão de água salgada que aguarda uma vaga de fundo.
Pérolas de sabedoria para uso quotidiano
Rui Rocha,
Em sentido literal, Marinho e Pinto é um ovo de galinha chocado numa grande extensão de água salgada que aguarda uma vaga de fundo.
Parece que as vagas de fundo, lá por Bruxelas, constam de pastéis de bacalhau com arroz de feijão, andando o partido do sujeito a mamar à conta dos dinheiros europeus, isto quando ele nem sequer foi eleito pelo partido que, enquanto deputado europeu cumpridor do mandato que o Povo lhe deu, tem tido todo o tempo de fundar aqui por Lisboa. Pintos assim provêm de ovos estragados…
Azul Marinho? Pinto!
Que Passos colocam Coelho entre Portas?
Rabbit Hole
Alice never considers how she would get out of the hole as she chases the White Rabbit. She quickly learns that the Rabbit Hole is a one-way trip into Wonder-Land, and it doesn’t provide an exit back to the Real-World.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d 2/WhiteRabbit.jpg
Doors
Alice: Why, don’t you mean impossible?
Door: No, I do mean impassible. Nothing’s impossible!
http://coloringpagesjos.net/wp-content/u ploads/2015/96152-disney-alice-in-wonder land-door-knob.jpg
Pois é!…. Mas quando ele fala e diz as verdades todas não há ninguém que se atreva a calá-lo. Porquê? Porque todos sabem que não podem contestar as verdades que ele diz. Incomoda e bem…………
Quando abre a boca de azeiteiro só diz verdades. Por exemplo, descobriu que o PE não serve para nada depois de ter concorrido para lá, e que o ordenado de um deputado europeu é obsceno, mas vai “respondendo” ao jornalista que lhe perguntou o que lhe tencionava fazer “Mas quer que o deite fora?”. Um grande homem… Muitos assim e o chiqueiro aumenta exponencialmente…
Pérolas de sabedoria são isto:
1. No dossiê de aluno estava um certificado, emitido em 2003, que referia que o curso de José Sócrates fora concluído a 8 de Setembro de 1996. Ora, noutro certificado, que foi enviado para a Câmara Municipal da Covilhã em 2000 para requalificar Sócrates como engenheiro civil, a data de fim de curso é de 8 de Agosto de 1996.
2. As notas dos dois certificados de fim de curso não batiam certo.
3. Teria sido, segundo a Universidade Independente, António Morais a definir o plano de equivalências com base nas cadeiras já terminadas no ISEC e no ISEL. Esse plano teria de ser aprovado pelo presidente do Conselho Científico da universidade. Não foi.
4. Foram dadas a José Sócrates equivalências a cadeiras dificilmente coincidentes.
5. O dossiê de aluno fornecido ao jornalista do Público foi alterado. Pelo menos duas pautas a que o Público teve acesso desapareceram quando, dias depois, o Expresso acedeu ao documento.
6. O certificado que comprova que José Sócrates concluíra dez cadeiras no ISEL foi entregue na Universidade Independente quando o aluno já estava a acabar o ano lectivo – ou seja, as equivalências foram-lhe inicialmente atribuídas com base na sua «boa-fé».
7. Numa folha que consta do dossiê de aluno, aparece a palavra «isento». Na entrevista que deu à RTP Sócrates apresentou um recibo, garantindo que pagou as propinas.
8. Na entrevista à RTP, Sócrates afirmou que uma das razões para se ter transferido do ISEL para a Independente foi o facto de a universidade ser muito perto (a cerca de 500 metros). Mas a verdade é que quando requereu a transferência, em 1995, a Independente ainda funcionava nas instalações antigas, situadas na Rua de Fernando Palha, na Matinha, a cerca de cinco quilómetros do ISEL.
9. Sócrates requereu ao reitor da Independente a sua transferência, mas quem a decidiu foi Luís Arouca, que naquela altura ainda não desempenhava aquela função.
10. Na Independente, Sócrates teve apenas dois professores: Luís Arouca e António Morais. Arouca ministrou-lhe a cadeira de Inglês Técnico (que nunca tinha ministrado anteriormente); Morais deu-lhe quatro disciplinas, apesar de no seu registo de docente apresentar apenas quatro horas semanais de docência nesse período.
11. Ao longo dos vários contactos que manteve com Ricardo Dias Felner antes da publicação da primeira notícia do Público, Sócrates nunca se lembrou do nome dos seus professores – apesar de terem sido apenas dois.
12. Apesar de só se ter licenciado em 1996, em 1993 José Sócrates já surgia qualificado como engenheiro na Biografia dos Deputados. Sócrates nunca explicou por que motivo aparecia designado, na sua biografia oficial publicada no Portal do Governo, como «engenheiro civil» – e por que motivo só alterou a qualificação depois de ter sido confrontado pela imprensa.
(Excerto de um dos capítulos do livro "Cercado – Os dias fatais de José Sócrates", da autoria do jornalista da revista Sábado, Fernando Esteves, editado pela Matéria Prima, excerto esse obtido do jornal Observador)
Caro Anónimo: ias-loureiro=f819508?utm_content=2015-05-1 3&utm_campaign=newsletter&utm_source=newsletter&utm_medium=mail
São essas e muitas mais.
Sabe qual é um dos principais problemas em Portugal?
É a mentalidade subjacente à sua selecção que aqui nos deixou, mentalidade que está bastante generalizada.
Enquanto não vergastarmos todos os filhos da puta da mesmo modo, independentemente do nome, sejam eles Sócrates ou outros crápulas quaisquer, não passamos da cepa torta.
Uns acusam os adversários e calam-se em relação aos amigos; os do lado oposto fazem o mesmo.
Sabe ao que me refiro?
A isto que pode ler no link abaixo.
Mas podia referir-me a muito mais, pois crápulas de todas as cores e filhos de tantas mães é o que temos mais, infelizmente.
http://visao.sapo.pt/os-tres-pecados-de-d
Que os M.S. desta terra se deslocam a Évora e gritam a plenos pulmões “Presos políticos nunca mais!” já cá se sabia.
Senhor J. S.
Nunca fui a Évora, não conheço a cidade, há muitas que não conheço, infelizmente.
Mas quando decidir lá ir será para ver o que tem que valha a pena ser visto: certamente que presidiários rascas nunca estarão nas minhas prioridades.
Já o senhor, pelos vistos, convive bem com outros «potenciais» presidiários que só não são reais devido às protecções de que gozam.
Questões de gosto.
Para si, um ladrão ou um vigarista só é se pertencer à claque contrária (como no futebol).
Se for da sua claque é um santo.
Por isso, em vez de discutir os assuntos em causa, faz acusações infundadas, juízos de valor tolos, insultos.
É o país que temos: as pessoas que temos.
Doeu-lhe, e disfarça pessimamente.
Senhor J. S.
Nota-se quem disfarça.
Se só tem a dizer o que escreveu nestes dois comentários, perdeu uma boa oportunidade para ficar calado.
Os leitores do Delito que não forem como o senhor, felizmente há aqui muitos, saberão distinguir o trigo do joio.
Quem se melindra e sofre badagaios sempre que ouve falar do 44 será trigo? Não nos faça rir. Pela parte que me toca, entre mim e um muar com palas nos olhos há, felizmente, uma infinita diferença.
O ego deste sr. criaturo é de tal forma imenso, que eu diria que ele é (se sente, exultando!), em simultâneo, a vaga de fundo.
Dedicado ao fã número um do 44.
“Num ritmo médio de três vezes por mês, José Sócrates recebeu 40 fatias de dinheiro das mãos do empresário e amigo de infância Carlos Santos Silva, durante o ano em que o processo foi vigiado pelo Ministério Público. Havia dias em que pedia 10 mil euros e, dois dias depois, voltava a pedir outros 10 mil. Não a pedir, a ordenar, mais precisamente. Os detalhes das transferências, citados pelo Expresso, constam do mais recente livro sobre os bastidores da vida política de José Sócrates, lançado hoje.”
Dedicado ao J. S., amigo do peito de Dias Loureiro, o empresário de sucesso (a sacar-nos o mais que pôde): ias-loureiro=f819508#ixzz3a9Ayxiwc
«Em fundo, um negócio obscuro em que interveio como administrador do grupo SLN/BPN, que resultou num “buraco” superior a €38 milhões, e, após a nacionalização daquele banco, em novembro de 2008, em mais um prejuízo para os contribuintes pagarem.» Ler mais: http://visao.sapo.pt/os-tres-pecados-de-d
Enfiou o barrete até às orelhas, o fã nº 1 um do 44! Eh Eh Eh Eh Eh Eh Eh Eh Eh Eh
Marinho Pinto , a banal venalidade de cada dia.
Tudo o resto( i.e., nada) retórica balofa e requentada.
Antes o Acácio conselheiro.
Grande mérito da galinha se foi para o cozinhar. A boa dona de casa em vez de comprar ovos poe-nos.
Como o ressabiamento eleitoral das europeias custa a passar à corja instalada, ao menos que se leia uma coisa com piada.
Aguardo, já sem alimentar grandes expectativas, que aquele cavalheiro que anunciou vir colocar mais verdade na política desafie o PS a incluir Sócrates nas listas de candidatos a deputados.
E, já agora, que o referido personagem de fina educação coloque nas suas listas os seus amigos do peito do MPT, a começar pelo sr. José Inácio Faria.