“O ministro da Defesa da Coreia do Norte Hyon Yong-Chol foi executado a 30 de abril por fogo antiaéreo por deslealdade e desrespeito ao líder Kim Jong-un, revelaram hoje os serviços secretos da Coreia do Sul.
Centenas de funcionários assistiram, segundo o Governo da Coreia do Sul, à execução de Hyon Yong-Chol conforme foi revelado por Han Ki-Beom, vice-diretor da agência de Informações de Seul, a uma comissão parlamentar e noticiado pela agência Yonhap.
Hyon Yong-Chol, nomeado para o cargo de ministro das Forças Armadas há menos de um ano, foi, aparentemente, detetado a dormir em eventos militares formais e terá desrespeitado Kim Jong-un em várias ocasiões, acrescenta a Yonhap.
A execução com baterias antiaéreas é um método destinado a altos funcionários com o regime de Pyongyang a pretender fazer desses casos exemplos para as restante hierarquia do país.”
Curiosa é esta hierarquia nas execuções – com baterias antiaéreas é só para os privilegiados.
Antigamente era pior. Hoje contamos com a colaboração incansável da banda sonora das pipocas sendo mastigadas à vontade de cada um e após muito procuradas no fundo dos baldes em orquestração aleatória, perfeitas para o abafar das melhores tosses. É o que nos vale.
Cinema? Vai a um concerto de clássica na Casa da Música (ou no Theatro Circo) e constatarás que deve haver um mito urbano segundo o qual o som dos violinos (ou quiçá dos fagotes) cura a tosse. (Se calhar – como talvez o som dos sistemas surround – provoca-a.)
E fazem muito bem, que há bilhetes a 2,5€ para o cinema e, se não estiverem isentas, pagam 5 no médico de família.
Certo. Uma taxa moderadora dá para 2 filmes.
Na ótica do espetador, será problema de ótica.
Agora esta não sai, do ouvido, ou da vista?
É a tal coisa da trave e do argueiro.
Ezatu. Cuandu se dij – antj d m fuderj aj uralhaj tira u barrot d sera daj tuaj.
“O ministro da Defesa da Coreia do Norte Hyon Yong-Chol foi executado a 30 de abril por fogo antiaéreo por deslealdade e desrespeito ao líder Kim Jong-un, revelaram hoje os serviços secretos da Coreia do Sul.
Centenas de funcionários assistiram, segundo o Governo da Coreia do Sul, à execução de Hyon Yong-Chol conforme foi revelado por Han Ki-Beom, vice-diretor da agência de Informações de Seul, a uma comissão parlamentar e noticiado pela agência Yonhap.
Hyon Yong-Chol, nomeado para o cargo de ministro das Forças Armadas há menos de um ano, foi, aparentemente, detetado a dormir em eventos militares formais e terá desrespeitado Kim Jong-un em várias ocasiões, acrescenta a Yonhap.
A execução com baterias antiaéreas é um método destinado a altos funcionários com o regime de Pyongyang a pretender fazer desses casos exemplos para as restante hierarquia do país.”
Curiosa é esta hierarquia nas execuções – com baterias antiaéreas é só para os privilegiados.
E ainda dizem que o comunismo acaba com os privilégios de classe.
Antigamente era pior. Hoje contamos com a colaboração incansável da banda sonora das pipocas sendo mastigadas à vontade de cada um e após muito procuradas no fundo dos baldes em orquestração aleatória, perfeitas para o abafar das melhores tosses. É o que nos vale.
O pior é quanda a malta se engasga com as pipocas.
Cinema? Vai a um concerto de clássica na Casa da Música (ou no Theatro Circo) e constatarás que deve haver um mito urbano segundo o qual o som dos violinos (ou quiçá dos fagotes) cura a tosse. (Se calhar – como talvez o som dos sistemas surround – provoca-a.)
Devem ser os fagotes.