Em democracia, há verdades e mentiras. Em ditadura, só há mentiras camufladas de “verdade”.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Em democracia, há verdades e mentiras. Em ditadura, só há mentiras camufladas de “verdade”.
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Nações Unidas : palavras podem ser armas ,já a prepararem o lapís azul das censuras.
As Democracias vão sair da ONU?
A ONU do engenheiro Guterres está decrépita. undo/noticia/russia-assume-presidencia-c onselho-seguranca-pior-anedota-1-abril-2 044664
Prova real: a Rússia, país que mais tem contribuído para a insegurança global, preside agora ao Conselho de “Segurança” dessa coisa.
https://www.publico.pt/2023/04/01/m
Em democracia um governo até pode mentir descaradamente, os eleitores votaram numa maioria tem que se habituar.
Em ditadura, eleitor é algo inexistente. Tal palavra só consta do dicionário.
“As discussões têm revelado o equívoco, mas não esclarecido o problema; já nem mesmo se sabe o que há-de entender-se por democracia.”
Conheço essa frase de algum lado.
Prontus, começa com as respostas de chacha.
E esta das ditaduras é para tapar a outra treta dos postais anteriores.
Você que é jornalista pode fazer uma coisa: forçar a demissão do Guterres colocando na ONU um McCarthy, escolhido por si. Depois, expulsar da ONU todos os países em que haja eleições ganhas por partidos que não queiram governar, não vá aparecer quem ganhe eleições 40 anos seguidos.
Observar Guterres lado a lado com Frankenstein Lavrov, pau-mandado do genocida Putin, como hoje aconteceu em Nova Iorque, é simplesmente obsceno. ia-assume-a-1-de-abril-a-presidencia-do-c onselho-de-seguranca-da-onu
Raras vezes a ONU desceu tão baixo. Dificilmente voltará a levantar-se depois de vermos Moscovo presidir ao Conselho de “Segurança”.
https://pt.euronews.com/2023/04/01/russ
Se bem que, na atual governação democrática portuguesa, são pouquíssimas as verdades que existem. Já mentiras douradas pela propaganda incessante são o pão nosso de cada dia. Ontem ainda comecei a ouvir parte do discurso do “nosso” primeiro, acerca do aniversário do seu parido mas rapidamente mudei de canal tal não era o chorrilho de mentiras que debitava e, a sem vergonhice que demonstrava. Enfim um sujeito que praticamente só sabe mentir.
Em democracia, você muda de canal.
Em democracia, você muda de partido.
Em ditadura há partido único. E canal único, mesmo quando há mais do que um.
Certo, nem eu disse o contrário mas infelizmente creio que a nossa democracia (e não só) está cada vez mais capturada por aldrabões e gente sem carácter como o “nosso” querido primeiro.
Aldrabões há todo o lado.
Em ditadura existe apenas um. O Grande Aldrabão.
O que não desmente o facto de estarmos hoje com 1 enorme aldrabão ao leme do país. Mas concordo que mais vale uma democracia pobrezinha como a nossa do que uma ditadura robusta.
Em democracia, os políticos são descartáveis. Na eleição seguinte.
Nas ditaduras, quase sempre, só saem com os pés para a frente. Hitler, Estaline, Franco, Mao, Neto, Tito, Brejnev, Hoxha, Khomeiny, Saddam, Kadafi – e tantos, tantos outros.
Em democracia, você vende a EDP a uma ditadura de partido único (sim, também há as que têm mais que um partido).
Há ditaduras sem ser de partido único?
Não há ditaduras com vários partidos?
Ditaduras com vários partidos? Que originalidade. Onde é que isso fica.
Então na Rússia a ditadura do Putin, estão representados cinco Partidos no Parlamento (Duma).
Parlamento? Chamar àquilo parlamento é chamar parlamento à defunta Assembleia Nacional do Estado Novo.
Aquilo é uma câmara de eco do Putin, nada mais.
Os opositores do ditador russo estão no exílio ou no hospital ou na prisão. Ou debaixo de terra.
Mas foram ou não foram escolhidos por eleições gerais?
“Escolhidos”. O verbo está correcto.
Escolhidos. Pelo ditador.
O Pedro Correia está sempre a mandar postas de pescada sobre a Rússia e o Putin (chamando “putinistas” a todos aqueles que discordem dele) e nem sabe que partidos por lá existem.
Chamo putinistas aos putinistas.
Tu és um deles.
“O excesso de casos a envolver este governo teve entre os portugueses o mesmo resultado que o consumo excessivo de medicamentos: perdeu-se o efeito. Habituámo-nos” – Helena Matos
Em ditadura, não há “casos”. São todos silenciados pela polícia do pensamento.
O que não invalida o estado anémico em que este povo se encontra ao aceitar e tolerar todo o tipo de patifarias dos seus líderes. Lá está habituámo-nos!
Em democracia, os líderes mudam-se.
Em ditadura, muitas vezes, ficam até à morte.
Putin está lá há 23 anos.
O fantoche Lukachenko está lá há 29 anos.
O Partido Comunista Chinês está no poder desde 1949 – 74 anos.
O Partido Comunista Cubano está no poder desde 1959 – 64 anos.
O MPLA está no poder desde 1975 – 48 anos.
Etc, etc, etc, etc, etc.
O PSD está há 48 anos na Madeira.
Eleito pelo povo. Há quem não goste? Paciência.
E as cheias, e as árvores que mataram pessoas, e os putos de Rabo de Peixe, e as trafulhices das offshores, e as empreitados para os amigos, e as dividas ao Cavaco.
És da Liga dos Amigos do Sócrates. Tresandas.
O Sócrates que se lixe com as tuas tresandadas tretas.
Quem se lixou com ele foi o país.
Pareces ser fã. Também gamaste?
Se o PS estivesse 48 anos no poder com maioria absoluta (e não vão sair de lá enquanto a comunicação social continuar com a sua campanha anti-governo e a direita continuar a ser o lixo que é e a abraçar ideologias extremistas), tu já achavas Portugal uma ditadura.
Depois do comportamento da direita extremista hoje e da forma como António Costa destruiu argumentativamente a comunicação social, caminhamos para uma nova maioria absoluta. António Costa terá o meu voto. Fascismo nunca mais.
Tenho uma péssima novidade para ti: Costa não voltará a candidatar-se.
Por isso não terá o teu voto. A menos que mores no mesmo prédio e o elejas para administrador do condomínio.
Tudo muito certo mas nada disso elimina a quantidade de más práticas de gestão, de corrupção e a mentira/propaganda permanentes que são cada vez mais evidentes pois começa a ser impossível esconder tanta sujeira. Se me pergunta se prefiro uma ditadura ou se acho que devíamos ter uma ditadura, dir-lhe-ei que não, agora também não posso fazer de conta que não vivemos num país com casos praticamente diários que fedem à distância nem tão pouco estar aqui a dizer que o nosso regime é perfeito porque não é, nunca foi e nem nunca o há-de ser. E não, não é a democracia mais imaculada do mundo porque simplesmente a literacia política dos portugueses no geral é muito pobre, o que facilita os esquemas dos inúmeros xico-espertos e oportunistas que orbitam em torno dos partidos políticos. Não, não estou contente com uma democracia onde as lideranças que temos tido só nos têm conduzido para o empobrecimento relativo face aos parceiros europeus e onde prometem uma coisa e depois fazem outra tendo ainda a grande lata de vir propagandear nas tvs que não o fizeram e que a culpa é dos outros todos menos deles. Não, não estou contente com esta constante tomada por parvos de todos nós pelos nossos governantes.
A conversa está a centrar-se em Portugal, mas não é isso que pretendo neste dia para mim azul e amarelo.
Há outros momentos para falar disso. Hoje, para mim, é o dia adequado para sublinhar que a democracia é sempre um sistema superior à ditadura. Porque a “verdade” em ditadura deixa logo de o ser a partir do momento em que é imposta, não é sufragada e os cidadãos jamais o são de pleno direito.
É isso que acontece, em grau diverso, nas mais emblemáticas ditaduras do mundo contemporâneo. Na ditadura russa, na ditadura chinesa, na ditadura síria, na ditadura iraniana, na ditadura venezuelana, na ditadura cubana, na ditadura norte-coreana, na ditadura bielorrussa, na ditadura nicaraguense. E em todas as outras.
OK, está esclarecido e, sendo assim, não vou insistir mais nos problemas da democracia portuguesa.

Quanto às ditaduras que refere olhe que os camaradas vão ficar muito chateados, classificar por exemplo, a China como ditadura esse farol democrático oriental com o qual têm sonhos molhados a pensar no dia em que esse regime ultra-opressivo irá arruinar o seu maior ódio de nome EUA!? Cruzes, credo!
Ditadura. E das piores. Que o digam os uigures e os tibetanos. E os próprios chineses, sujeitos a um dos mais repressivos sistemas do mundo.
“Em tempos de embustes universais, dizer a verdade torna-se um acto revolucionário”.
A ditadura é o ópio do povo.
Diria que, pelo menos neste país dizer a verdade ou desalinhar nem que seja só um pouco do mantra oficial da esquerda socialista e amigalhaços de extrema-esquerda, torna a pessoa num radical de direita, num malvado e execrável “facho”. Até as posições dos ditos moderados hoje são conotadas com posições de fascistas, anulando logo à partida quaisquer hipóteses de discussão de ideias com seriedade e humilhando e descredibilizando as pessoas que pensam diferente. É verdadeiramente inacreditável o nível miserável a que a debate político chegou neste país com uma contribuição muito significativa da CS diga-se.
Eu oiço e leio críticas duríssimas ao governo todos os dias. E as oposições a falarem o tempo todo.
Alguns dos comentadores com maior audiência e/ou maior presença são, claramente, de um campo muito diferente dos socialistas: Marques Mendes, Paulo Portas, Nuno Rogeiro, José Gomes Ferreira, José Miguel Júdice, Lobo Xavier, Helena Matos, Sebastião Bugalho.
Curiosamente, entre os socialistas com mais tempo de antena destacam-se vários bem distantes ou mesmo críticos do costismo: Ana Gomes, Sérgio Sousa Pinto, Alexandra Leitão, Álvaro Beleza…
Nesse aspecto estamos equiparados a qualquer democracia europeia.
“Luis”, tu vives em que planeta?
A ver pela realidade(e pelo que diz o Luis) parece-me claramente que vive mesmo neste Planeta. Por exemplo, uma notícia deste Planeta (no caso, deste Rectângulo ). esse-em-encher-a-cabeca-das-criancas-de-s exo
Eis o que se prepara em nome das liberdades:
“Longe vai o tempo em que mandávamos os nossos filhos para a Escola para aprenderem matemática, português, história, ciências e outras matérias que, além de lhes dar conhecimentos de cultura geral, as preparasse para o mercado de trabalho. Hoje, a principal função da Escola parece ser a de encher a mente das crianças de sexo, ou melhor, de ideologia de género, estimulando-as a experimentar todas as formas, possíveis e imaginárias, de fazer sexo e a não serem o que são, dizendo aos meninos que podem ser meninas e às meninas que podem ser meninos – quando quiserem – que podem escolher o seu género [sexo] e que até podem ser do sexo fluído — hoje é menino, amanhã menina, bissexual, pansexual, o que lhe apetecer, mediante os 114 géneros que a Escola lhes apresenta.” Daqui https://sol.sapo.pt/artigo/797745/ha-pr
Exactamente, até porque em todas as épocas há os chamados donos da verdade (curiosamente muitos deles ,hoje em dia, foram antes revolucionários que acusavam outros de serem os donos da verdade).
existem democracias para todos os gostos: directas ou representativas
Também há as “democracias populares”. Que são ditaduras.
A ver pelo último festejo do 25 de abril esta democracia parece bastante popular. Não comparando, obviamente, com a Venezuela e similares, pois esta “nossa” é bastante mais “sofisticada”.
só um pateta escreve aquilo.
ao
Os patetas começam a escrever, esquecem-se do que iam a dizer e deixam as frases a meio.
Em ditadura há uma verdade. Em democracia há mentiras por todo o lado.
Ui, temos aqui alguém que presta culto a “homens fortes”, de barba rija.
tapar o sol com a peneira . assim se vive nesta época de Mentiras Manipulação Corrupção . com a mania da superioridade !
Em ditadura há tudo isso, em doses muito superiores. Mentiras: todo o regime ditatorial assenta num embuste – o da pseudo-superioridade do déspota ou do partido-guia. Manipulação: o estado estrangula a liberdade individual. Corrupção: existente, mas jamais noticiada por não haver liberdade de informação e quem arrisca dar notícia dela paga com a prisão, com o desterro ou com a própria vida.
pode ser que sim.
mas li algures que tudo o que os portugueses têm ( o que ainda não foi vendido…) , desde hospitais , barragens , universidades , pontes , etc , herdaram de um ditador que pagou a pronto. não deixou dividas , apenas deixou um pote cheio de ouro que sabia não levar para a sepultura.
também li que a divida monstruosa actual impagável resulta da democracia sem que se veja qualquer retorno de jeito a nível de saúde , educação ou melhoria de vida dos tugas que não vivam da política e da democracia.
Não acredite em tudo quanto lê. Senão esse braço direito começa a esticar-se e não deve dar jeito nenhum mantê-lo assim o tempo todo.
andar de ombros caídos também não é bom para a postura.
Isso não, de todo.
“…tudo o que os portugueses têm…”
Até que data se está a referir?
Como vai recuar até 1970 faça uma leitura às estatísticas da herança com o pote de ouro.
36% da população sem electricidade
42% ” sem esgotos
53% ” sem água canalizada
26% homens e 35% mulheres analfabetos
49,8% da população com mais de 14 anos sem a instrução primária.
Meu caro comparar o desenvolvimento de países nos indicadores a que se referiu com gaps de 50 anos não serve para nada nem prova nada. É que se for comparar 1924 com 1974 também irá concluir que houve um enorme avanço nos indicadores que refere durante o Estado Novo e, portanto, o que é que vai concluir? Que o Estado Novo foi muito melhor que a 1a República? Não faz sentido ir por este tipo de comparações nem sequer precisa de ir buscar isto, para ilegitimar e criticar o Estado Novo basta referir que era uma ditadura (só isto o torna execrável), não vale a pena comparar coisas que dependem em muito da época a que se refere e que falseiam e deturpam as discussões acerca do tema.
Argumentar dessa forma é tipicamente “populista” – para usar um termo agora tão na moda.
Seria como comparar o Portugal de Salazar, em 1940 (ano da inauguração da exposição do Mundo Português) com o Portugal de D. Carlos, em 1890 (o ano do Ultimato), e respectivas estatísticas económicas, financeiras, sociais e culturais. Ou com o Portugal de 1840.
A minha resposta à marina é populista e o que ela escreveu é o quê?
“—li em algures..” escrito em que data?
Agora percebi que Pedro Correia incomoda-se quem comenta contra o atraso do país no salazarismo.
Incomoda-me o atraso do país hoje. Agora.
Salazar deixou o poder há 55 anos. Você ainda não percebeu?
Foi um ano antes de o homem ir à Lua.
Já ouviu falar em Neil Armstrong ou ainda não chegou a essa parte no seu almanaque?
É extraordinária, a quantidade de leitores que comentam como se vivêssemos meio século atrás e nada tivesse ocorrido desde então.
Vivemos em 2023. Vou repetir por extenso: dois mil e vinte e três.
ok. agora vá ver os indicadores portugueses em 2023 e compare-os com os da média da ue.).e as toneladas de dinheiro que foram gastas para conseguir tão miseráveis resultados !
dê também uma vista de olhos pelos jornais e veja o que se passa com a habitação , depois veja também qual é a reforma média em Portugal e avalie se é possível viver com esse valor , veja também qual é a percentagem de pessoas no limiar da pobreza, a seguir pergunte uma coisinhas à “geração mais bem preparada de sempre “, e dê-lhe emprego para ver o que é qualidade de ensino
em termos comparativos se calhar acham que estão melhor que na altura relativamente aos países do topo da Europa. santa paciência.
Comparar as estatísticas de Portugal em 2023 com as dos nossos parceiros europeus gera uma conclusão reforçada: estamos mais pobres, mais estagnados, mais envelhecidos, com menos esperança no futuro.
É a triste mas factual realidade.
Mas não foi essa comparação que a marina fez, foi a quis comparar com a que leu e até deixou um pote cheio de ouro.
Com eme minúsculo, marina é um local para acolher barcos de recreio.
Agora só o Pedro Correia é que pensa pensamentos da semana? Qué feito dos outros pensadores todos, já não pensam?
Deixe estar, não se preocupe. As lavouradas da semana regressam muito em breve.
Não quero que lhe falte protagonismo.
“Em ditadura, só há mentiras camufladas de “verdade”.”
E eu que o diga, quando foi da covid a cambada de aldrabões que apareceram camuflados de peritos.
Muita sorte tem você por não viver na China. Tinha ficado dois anos encerrado em casa.
Por aí já pode ver o nível de aldrabice que foi, e com as vacinas foi o mesmo, nunca se viu tanto ataque cardíaco fulminante como agora.
Mas isso não interessa nada, o que interessa é que tanto em democracia como em ditadura quando há uma crise quem paga é sempre o desgraçado do povo.
Na China houve muitas pessoas que morreram encerradas em suas próprias casas durante a pandemia.
😂😂😂👍
Dá-te vontade de rir as pessoas morrerem? Oxalá não escorregues um dia destes numa casca de banana em plena rua.
Já tem mais uma fotografia para publicar, o Lula a cumprimentar Luís Montenegro.
Trago-lhe uma do Sócrates, com aquele enorme nariz dele, para lhe satisfazer os desejos.
o anónimo do comentário nunca mais apareceu
Não és tu?