Entra 1972 e 1975 estive em Angola, onde apenas existia,se bem me lembro um jornal diário. Então fiz-me assinante do CF, e tendo em conta os tempos que se viviam naquela epoca, era uma lufada de ar fresco. Os dias que precediam a chegada das folhinhas cor-de-rosa pelo correio eram sempre de grande expectativa. Para mim, e para aqueles a quem eu o emprestava, depois de o devorar de ponta a ponta. PS Apesar de maoista, preferia o Vicente Jorge Silva daqueles tempos, do que o personagem patetico, que agora nos entra pela casa dentro com ar de louco na SICn, ou escreve baboseiras no SOL!
Querias?
Isso era no bom tempo…
Onde isso já vai…
Mais um excelente contributo para a definição de saudade.
Fernando, tens toda a razão.
Saudades tenho eu de ter saudade, neste tempo em que tê-la, parece ser tão mal visto…
Disto já não há.
olha o jornal do vicente jorge silva quando era maoista.
E onde se estreou o José António Saraiva.
José e Pedro, vocês são mauzinhos. Os velhos rapazes limitam-se a fazer pela vida…
Entra 1972 e 1975 estive em Angola, onde apenas existia,se bem me lembro um jornal diário. Então fiz-me assinante do CF, e tendo em conta os tempos que se viviam naquela epoca, era uma lufada de ar fresco. Os dias que precediam a chegada das folhinhas cor-de-rosa pelo correio eram sempre de grande expectativa. Para mim, e para aqueles a quem eu o emprestava, depois de o devorar de ponta a ponta.
PS Apesar de maoista, preferia o Vicente Jorge Silva daqueles tempos, do que o personagem patetico, que agora nos entra pela casa dentro com ar de louco na SICn, ou escreve baboseiras no SOL!
Quanto a mim, Alexandre, prefiro o Vicente Jorge Silva fundador do ‘Público’, um dos melhores projectos editoriais de sempre no jornalismo português.