Aquela miuda que palmava o pudim ao avô, cresceu, e não tarda, prevejo que esteja a substituir os ministros Pedro Mota Soares e Vitor Gaspar, sacando aos velhinhos as amargas magrezas que ainda lhes restam…
Dou-lhe razão, caro Pedro Correia. Neste caso, “não havia nexexidade”… mas, foi a associação de ideias que fiz. E “isto” de associar pensamentos às imágens, ou vice-versa, não é um dote, muito menos um dom, a maior parte das vezes é uma tortura.
Um destes dias dei por mim em frente à estante dos Boca Doce no supermercado e a pensar como éramos felizes com tão pouco e sem a sofisticação da cozinha actual. Deu-me vontade de regressar ao passado e fazer um pudim.
Absolutamente de acordo com a Leonor. Acrescento só, que além de sermos felizes com pouco (ou com muito), como eram simples as brincadeiras com os mais pequenos. Ou como era simples fazê-los felizes. Esta pequenina apareceu recentemente na tv.
O programa foi bem curioso, pelas lembranças que trouxe. A Renata, a pequenina de 4 anos que fez este anúncio, é hoje uma pessoa comum, trabalha numa empresa pública e é mãe de 3 filhos. Não é tão bochechuda nem as feições são sequer semelhantes. Não comeu muito pudim! O pudim do anúncio, com o calor dos focos, desmorou-se em menos de 2 minutos. Foi necessário usar-se a forma e pintá-la da cor do pudim, para a tonalidade de cinzas ficar semelhante.
Aquela miuda que palmava o pudim ao avô, cresceu, e não tarda, prevejo que esteja a substituir os ministros Pedro Mota Soares e Vitor Gaspar, sacando aos velhinhos as amargas magrezas que ainda lhes restam…
Você consegue meter a política em tudo, Bartolomeu. Até no Boca Doce. Isso é mais que um dote: é um dom.
Dou-lhe razão, caro Pedro Correia. Neste caso, “não havia nexexidade”… mas, foi a associação de ideias que fiz.
E “isto” de associar pensamentos às imágens, ou vice-versa, não é um dote, muito menos um dom, a maior parte das vezes é uma tortura.
Hum… Acredito que sim. Em breve deixarei aqui outras imagens para você associar como muito bem entender.
Um destes dias dei por mim em frente à estante dos Boca Doce no supermercado e a pensar como éramos felizes com tão pouco e sem a sofisticação da cozinha actual. Deu-me vontade de regressar ao passado e fazer um pudim.
Boa associação de ideias, Leonor. E eu fiquei com vontade de provar do teu pudim.
Belos tempos! Como é bom recordar esta televisão- quantos menos canais melhor programação, digo eu. Como nos (me) ensinou tanto…
Mais e melhor nem sempre são sinónomos, AE. A TV prova isso.
Absolutamente de acordo com a Leonor.
Acrescento só, que além de sermos felizes com pouco (ou com muito), como eram simples as brincadeiras com os mais pequenos. Ou como era simples fazê-los felizes.
Esta pequenina apareceu recentemente na tv.
Perdi esse regresso. Havia de ter graça ver como cresceu a miúda, a comer tanto pudim…
O programa foi bem curioso, pelas lembranças que trouxe.
A Renata, a pequenina de 4 anos que fez este anúncio, é hoje uma pessoa comum, trabalha numa empresa pública e é mãe de 3 filhos. Não é tão bochechuda nem as feições são sequer semelhantes.
Não comeu muito pudim!
O pudim do anúncio, com o calor dos focos, desmorou-se em menos de 2 minutos. Foi necessário usar-se a forma e pintá-la da cor do pudim, para a tonalidade de cinzas ficar semelhante.
Eheheh. Os segredos que a velha TV a preto e branco podia guardar…