Ramalho Eanes sempre foi um político avançado para o seu tempo. Já na década de 70 do século XX dizia “igualdade de génere” para evitar certas merdas.
Parecendo que não
Rui Rocha,
Ramalho Eanes sempre foi um político avançado para o seu tempo. Já na década de 70 do século XX dizia “igualdade de génere” para evitar certas merdas.
Estou à espera que o BC frature o nome :
“Carta dos Direitos do Homem”.
Ainda por cima “Direitos”!!!
🙂 É, ainda se fosse esquerdos…
Alguns poderão não ter ouvido a notícia e, não perceber a profundidade do seu poste 😉
“Grupo parlamentar do BE, considera que a designação atual de Cartão de Cidadão “não respeita a identidade de género” e sugere que passe a ser Cartão da Cidadania.
Agora, imagine se, em vez de De fosse do… e, francamente, passar a Da? Os homens têm que fazer uma greve de fome, para também poderem reclamar o seu direito à existência 😉
Greve é que não. Um protesto de enfardar picanha é capaz de ter mais adesão.
Não gosto de Cartão de Cidadania. Acaba em a que denota, subrepticiamente, feminino. Por que não acabar com o a e o o no alfabeto?
Ainda pensei na designação Cartão de Cidadoa mas acaba em a. O melhor é mesmo Cartão de Cidadã@.
Mas a intensão é mesmo essa, parecer feminino, ainda não perceberam que o feminismo, teve a sua importância mas, agora, nem sequer faz sentido porque, perante a lei já somos todos iguais e, só queremos Igualitarismo.(Aqui, nesta denominação, só poderia ser uma prova de algum problema se, por exemplo, em vez de Portugal, fossemos a Arábia Saudita)
Presentemente, não sei se será com boas ou más intensões, o feminismo está, quase, a virar uma religião. Só falta obrigarem os Paulos a serem Paulinas e os Ruis a Ruinas lol
E, para tirar dúvidas, basta relembrar o significado dos termos:
«Machismo – ideologia segundo a qual o homem domina socialmente a mulher; subalternização da mulher.»
«Feminismo – sistema que preconiza a igualdade de direitos entre a mulher e o homem.»
«Igualitarismo – sistema dos que proclamam e defendem a igualdade social.»
Bem visto.
Até a APRE (que é uma associação respeitável de reformados) quando se dirige aos seus associados usa a forma “car@ associad@”.
O politicamente correcto tornou-se uma praga que nem o bem escrever respeita. Há que combater estas tolices. Talvez a arma do ridículo seja a mais adequada.
Correcção: politicamente correct@.
🙂
Brilhante, caro Roche:)
Agradecide, caríssime Bandeire.