IVANHOE (1820)
Autor: Walter Scott
Realizador: Richard Thorpe (1952)
Elizabeth Taylor, no esplendor da beleza, foi uma Rebecca perfeita na popular película dos anos 50. Walter Scott teria gostado. Como eu gostei, sentindo que era a melhor forma de homenagear um dos romances da minha infância.

![ivanhoe[1].jpg ivanhoe[1].jpg](http://7.fotos.web.sapo.io/i/B6a08111c/19248636_znmm2.jpeg)
![689151[1].jpg 689151[1].jpg](http://9.fotos.web.sapo.io/i/B181382ac/19248632_ZuRZi.jpeg)
Li, reli e adorei. Também vi este filme, mas recordo com muita saudade a série que passava na tv, a preto e branco, com o Roger Moore. Como eu adorava vê-lo, acho que foi uma das minhas primeiras ‘paixões’ de criança. Depois crescemos ambos e deixei de lhe achar tanta graça.
🙂 Antonieta
Li primeiro o livro, ainda miúdo – e gostei muito. O filme foi mais tarde. Mas, no fundo, só vi meio filme – as cenas em que entrava a Elizabeth Taylor.
Aguardo mais um imagem da série “belle toujours”. Não se esqueceu, pois não?
Já lá está. Chegou atrasada mas justificou-se bem.
Nunca li o romance, mas vi o filme algumas vezes na RTP.
É um bom filme clássico. Mas continuarei sempre a preferir o livro.
Continuo do lado errado dos dois computadores do Hotel Evolution. O que tem o teclado marado. Desculpem as gralhas.
Tambem bisei. E todos os anos perguntava na Romano Torres por @Os ultimos dias de Pompeia@. Nunca havia, mas havia um senhor fabuloso, chamado Osorio, um dos grandes livreiros dos tempos em que o livro era sagrado.
Dizia> Fale/me sempre que me vir na rua. Sera um prazer”
Já há poucos livreiros assim. Poucos mas bons.