Tenho andado a ignorar olímpicamente esta tua série por uma questão de bom senso: ESTOU A TENTAR FAZER DIETA! Mas estas queijadinhas atiraram-me ao tapete (grrr!)
Nham. Teresa, Ana, aí vão três! A mim, como uma vez li ao Francisco José Viegas, “até a Água das Pedras faz proveito”, por isso só de olhar para estas belas queijadinhas tenho de acrescentar dez minutos à bicicleta estática. *suspiro*
Ana, O licor de poejo arranja-se cá por Avis! Não fique tanto tempo sem cá voltar. Gostamos de a ter por cá, como aconteceu no último fim-de-semana. FGL
Olá, Fernandino, bons olhos o (re)vejam. Tem a minha promessa solene de não estar tantos anos sem voltar a Avis, desta vez. Fui muito bem recebida e gostei imenso de estar com todos na 2a edição do Escritos e Escritores, uma iniciativa de grande mérito. Mais uma vez, obrigada pelo convite. Do licor de poejo falaremos um dia destes. 🙂
De Tentúgal só conheço os pasteis, Rita. Não sabia que também havia queijadas típicas, mas – peço desculpa – acho muito difícil que sejam melhores do que as de Évora.
Com a devida vénia, permito-me descrever a
a
Composição:
Farinha de trigo
Queijo fresco de ovelha
Gema d’ovo
Açucar
Manteiga
…Bom de vista… optimo paladar e não faz cocegas na garganta!
Que delícia. Devidamente acompanhada com um licor de poejo.
Nunca provei licor de poejo. Quando voltar ao Alentejo tenho de investigar isso devidamente.
Atrevo-me a antever que gostarás.
O único sítio onde faz cócegas é na balança, mas o sabor compensa tudo.
Infelizmente Ana, não provoca apenas cócegas na balança, mas sim um enorme deslize da mesma, á direita. 🙁
No entanto a imagem provoca os mais adormecidos dos nossos instintos da gula, marchavam para aí umas 4 de cada vez. eh eh eh
Obrigada Artur Mendes pela receita.
Tenho andado a ignorar olímpicamente esta tua série por uma questão de bom senso: ESTOU A TENTAR FAZER DIETA! Mas estas queijadinhas atiraram-me ao tapete (grrr!)
Por estranho que te pareça, eu também estou a tentar fazer dieta. Vingo-me nestes posts, porque os olhos também comem e não pesa na balança.
🙂
Nham. Teresa, Ana, aí vão três! A mim, como uma vez li ao Francisco José Viegas, “até a Água das Pedras faz proveito”, por isso só de olhar para estas belas queijadinhas tenho de acrescentar dez minutos à bicicleta estática. *suspiro*
Duplo suspiro, aqui deste lado. E sigo para a minha aula de yoga.
Yo.
A senhora não tem mais nada que fazer além de “provocar”?
Nada mesmo, meu caro. A minha profissão é mesmo essa.
🙂
Ana,
O licor de poejo arranja-se cá por Avis!
Não fique tanto tempo sem cá voltar. Gostamos de a ter por cá, como aconteceu no último fim-de-semana.
FGL
Olá, Fernandino, bons olhos o (re)vejam.
Tem a minha promessa solene de não estar tantos anos sem voltar a Avis, desta vez. Fui muito bem recebida e gostei imenso de estar com todos na 2a edição do Escritos e Escritores, uma iniciativa de grande mérito. Mais uma vez, obrigada pelo convite.
Do licor de poejo falaremos um dia destes.
🙂
Bah, não chegam aos calcanhares das de Tentúgal.
De Tentúgal só conheço os pasteis, Rita. Não sabia que também havia queijadas típicas, mas – peço desculpa – acho muito difícil que sejam melhores do que as de Évora.