Estimativas dos principais serviços de informações europeus apontam para a existência de 22 mil jiadistas que se infiltraram nas correntes migratórias e se movimentam hoje com desenvoltura no espaço Schengen, onde Portugal se insere. Um deles foi o tunisino que assassinou 12 pessoas em Berlim e atravessou sem o menor embaraço dois países antes de chegar a Milão, onde se envolveu num tiroteio com a polícia que lhe custou a vida.
Enquanto celebramos o espírito natalício e esta bonomia de costumes infelizmente odiada por grande parte da população do planeta, não tenhamos ilusões: os inimigos do Natal estão no meio de nós. Entrincheirados na sombra, fanáticos sequiosos de sangue, prontos a matar e a morrer.

Correcção:
Lendo o artigo, a referência a 22.000 nomes parece ser de recrutas estrangeiros que cruzaram a fronteira da Síria para o interior deste Estado, no final de 2013, para se juntarem ao DAESH.
O número daqueles que cruzaram as fronteiras europeias para o interior do continente desde 2015 será outro inteiramente, maior ou menor.
Será maior, mas é aquele o que merece mais consenso. Vinte e dois mil já é um número assustadoramente elevado. De modo a justificar, por exemplo, a mobilização acrescida de 50 mil agentes policiais só para proteger igrejas em França nesta quadra natalícia.
Algo que seria inimaginável há poucos anos. E que revela bem até que ponto o terrorismo jiadista tem vindo a alterar o nosso quotidiano.
Sobre fundamentalistas e fundamentalismos recordemos que nasce hoje Aquele que fez da Cruz o nosso perdão.
Nos E.U.A. consegue-se mudar de estado sem problema e não tenho ouvido propostas de introduzir controlos nas fronteiras doas estados da união. O problema neste caso foi a incapacidade de devolver o tunisino, que já fora preso em Itália, à procedência. Nem os italianos nem os alemães conseguiram deportá-lo quando já cometera crimes na Europa.
O camarada Putin não deixa um só entrar em território russo. Lá saberá porquê.
Quantos fanáticos de extrema direita existem na Europa?
Quantas pessoas morreram em guerras justificadas por falsos pretextos?
Isso justifica as ações dos jiadistas, ou é só uma desculpa?
Se calhar tentar estigmatizar os migrantes, porque há jiadistas entre eles não é lá muito natalício. Nem muito diferente do modo de pensar jiadista.
Há sempre um amigo pronto a abraçar os inimigos do Natal.
Pelo menos esta noite, falemos de Abraços, Amor, Amizade, Alegria, Amanhãs, e porque se me acabaram as palavras boas em A, falemos ainda de PAZ, Generosidade, Compaixão. Natal é tudo isso. Não falemos esta noite de quem tem o freio nos dentes e a lâmina nos olhos e espreita na moita. Esses, se os houver esta noite, irão enregelar de frio interior. Para si Pedro, porque as suas palavras e militância são sempre do lado do Bem e respeito pelo outro, desejo um doce e Feliz Natal e, porque não (são desejos, senhor…) um Super 2017! Desejos extensíveis, claro, aos restantes leitores e comentadores do Delito.
Não faço ideia de quem seja, mas venho aqui agradecer as suas palavras. Esperando que o seu Natal esteja a ser pelo menos tão tranquilo, harmonioso e fraterno como o meu.
Pedro, sou eu o Anónimo das 19.33. Com a pressa não inseri a “identificação”, mas não era essa a ideia, sorry. Reforço os votos de Bom Natal para si e para o Mundo!
E vamos curtir este magnifico dia de sol com que fomos presenteados. Em Sesimbra está MARA! Abraço!
Viva, Fátima. Reitero os meus agradecimentos à sua mensagem tão simpática e tão bonita. Desfrutemos deste sol glorioso que nos envolve com o seu abraço, aí como aqui (em Lisboa).
Continuação de um Natal feliz.
Não tenho nenhum problema em abraçá-lo.
Bom Natal! e Feliz Ano Novo!
Você abraça os jiadistas. Genuflectido.
Não abraço jiadistas.
Mas tenho a ideia que se deixar que idiotas extremistas me levarem a agir como eles, sou tão idiota como eles.
“Mas tenho a ideia que se deixar que idiotas extremistas me levarem a agir como eles, sou tão idiota como eles.”
Mais uma frase feita vinda do Pravda.
Mas a Grande Guerra Patriótica já foi boa não é? Foi feita com flores?
Já reparou que chegou ao ponto de o seu ódio nem lhe permitir responder a um desejo de Feliz Natal?
É triste, mas repito:
Desejo-lhe a si e a todos, um bom Natal e um Feliz ano Novo.
Você insiste tanto em vir aqui com a mesma ladainha que já se comenta a si próprio.
É triste.
Natalício, natalício, para certa gente, é andar pela net a chatear os outros que não pensam da mesma maneira. Que Deus lhes perdoe.
Alguns escrevem com o portátil virado para Meca, TaA.
Já passaram muitos anos desde que frequentei a catequese, mas sou capaz de jurar que Jesus disse:
Perdoai aos vossos inimigos,
e não:
Persegui todos os que vivam na terra dos vossos inimigos.
Mas o cristianismo para certas pessoas é só uma bandeira, como a águia do Benfica ou o leão do Sporting.
A história repete-se. Na década de 30 as hordas nazis contavam com o beneplácito de colaboracionistas onde quer que pusessem a pata assassina, hoje as hordas jiadistas são acolhidas com idêntica bonomia pelos herdeiros espirituais desses colaboracionistas.
Quando começamos a resvalar para as comparações com Hitler, estamos a ficar sem argumentos.
Vejamos o que fez o Sr. do Bigodinho e os seus amigos:
Classificou as pessoas em grupos, conforme a sua religião, e disse que os de uma certa religião não tinham direito a viver com ele. Depois disse que não tinham direito a viver de todo.
Tem razão. Andam pensamentos semelhantes no ar.
Nos anos 30, os colaboracionistas morais do terrorismo nazi fizeram o mesmo que você faz hoje com o terrorismo jiadista. Abriram-lhes os braços.
Sem estes preciosos aliados, o terrorismo de todos os matizes está desde logo condenado ao fracasso.
Eles só prosperam em solo fértil. Adubado pelos colaboracionistas morais: aqueles que estão sempre a capitular perante os inimigos da democracia liberal.
Está, portanto, a afirmar que os países europeus deviam declinar a integração de refugiados deixando morrer pessoas que fogem da guerra? Espírito natalício na sua plenitude.
Estou a afirmar o que afirmei. Julgo ter sido claro. A Europa tem vindo a ser infiltrada por indivíduos que professam ideologias terroristas e odeiam o padrão de vida e de civilização que aqui criámos.
Não é, de resto, matéria de opinião. É matéria de facto.
Um dos mais básicos deveres do Primeiro Ministro de Portugal é cuidar da segurança dos portugueses.
Depois, ninguém duvida que em primeiro lugar, a prioridade, em ajudas sociais, terá que ser para os portugueses que precisem de esse suporte.
Será que já não há mais portugueses a necessitar de ajuda do Estado?.
Será que o PM está verdadeiramente a brilhar lá fora?. Em areopagos entre o cínicos e obsoloscênte?.
A Europa, tanto se relaxou que o esfincter principal não funciona mais.
Agora toma!