O último dos Jerónimos


jmmcc,

 

Nunca tentei hibernar, mas tenho andado a estiar tão bem e por tão sérias razões que só um valentíssimo e ruidoso susto poderia chocalhar-me e despertar-me tão completamente: Jerónimo de Sousa não quer que o TGV seja suspenso. Assim mesmo, tal e qual.

Ainda estremunhado, procurei descortinar um bom motivo. Encontrei-o. O líder do PCP diz que «temos de continuar ligados à Europa». Cruzes! Bem avisava o Sócrates: o mundo mudou muito.

24 comentários em “O último dos Jerónimos”

  1. Olha, olha, apareceu! Que bom… Já andávamos cabisbaixos, inquietos, farejando pistas como cão sem dono…. mas afinal estavas só a desfrutar-nos (que maldade!). E nós a deitar livrarias abaixo! Fizeste cá muiiiiita falta. Beijo.

          1. Boa! Deixaste-me aqui a fazer contas de cabeça para um certo jantar. Mas ou sou como o Guterres e o PIB, ou isto não está a bater certo

          2. Ainda nem sei se poderei ir ao próximo, seja lá ele quando for, mas posso dar-te uma garantia: hei-de reaparecer! Com mais vontade do que nunca de aproveitar tudo o que tenho de bom (e o DO é muito especial).

          3. Será quando for possível: não perdes pela demora!
            Vai com juros e TAEG* elevada ao cubo. De satisfação.

            * não confundir com o assunto do Mendoza

  2. Jerónimo quer chegar de TGV aos museus do Comunismo, um dia, na Rússia profunda, lol.

    Que bom ler-te, João.

    Grande abraço e até ao nosso próximo café à beira-mar [com muito mais tempo, desta vez].

  3. Olha… e vieste cá parar escondido nesse TGV de Tróia? Sempre em grande estilo, hein?
    Mas tens um problema: agora já ninguém te deixa sair daqui outra vez.
    Beijo!

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