Nunca tentei hibernar, mas tenho andado a estiar tão bem e por tão sérias razões que só um valentíssimo e ruidoso susto poderia chocalhar-me e despertar-me tão completamente: Jerónimo de Sousa não quer que o TGV seja suspenso. Assim mesmo, tal e qual.
Ainda estremunhado, procurei descortinar um bom motivo. Encontrei-o. O líder do PCP diz que «temos de continuar ligados à Europa». Cruzes! Bem avisava o Sócrates: o mundo mudou muito.


Viva, compadre. Muito gosto em ver-te novamente por cá!
Ainda titubeante, compadre, mas já estava com saudades.
Tempos perigosos estes, João.
Podes dizê-lo. Pergunto-me se estará a caminho uma nova industrialização colectivista.
Olha, olha, apareceu! Que bom… Já andávamos cabisbaixos, inquietos, farejando pistas como cão sem dono…. mas afinal estavas só a desfrutar-nos (que maldade!). E nós a deitar livrarias abaixo! Fizeste cá muiiiiita falta. Beijo.
Obrigado, Laura, mas não posso ter feito muita falta, porque vejo tudo muito bem oleado por aqui. Felizmente. Mas era só procurar junto a um TGV, afinal. Eheheh…
Então mas já há TGV para as “eilhas”? Podias ter avisado!
Não, não. O Jerónimo só deixa haver ligações à Europa. Mas podes crer que tive de vir cá. Ainda só por 15 dias, mas tinha de vir.
Boa! Deixaste-me aqui a fazer contas de cabeça para um certo jantar. Mas ou sou como o Guterres e o PIB, ou isto não está a bater certo
Ainda nem sei se poderei ir ao próximo, seja lá ele quando for, mas posso dar-te uma garantia: hei-de reaparecer! Com mais vontade do que nunca de aproveitar tudo o que tenho de bom (e o DO é muito especial).
Será quando for possível: não perdes pela demora!
Vai com juros e TAEG* elevada ao cubo. De satisfação.
* não confundir com o assunto do Mendoza
Nem me fales nesse, que até fico nervoso. Prometo que pago tudo!
Já tardavas, agulheiro! Vou andando para a próxima estação. Abraço aqui de Marrocos – na verdade Altura, Algarve.
Goza muito, amigão. Tu e os teus, presumindo que estão todos.
Se fosse para construir uma coisa como a da imagem eu se calhar até concordava com o camarada Jerónimo. A menos que não utilize bitola europeia.
O exemplo retratado, que tem o seu quê de leninista, é de bitola soviética.
Que bom ver-te por aqui, João!!!!!! Beijos e abraços apertados
Muito obrigado, Leonor! Retribuo um a um com gosto.
Olá, Joao!
Morro de saudades, Teresa!
Jerónimo quer chegar de TGV aos museus do Comunismo, um dia, na Rússia profunda, lol.
Que bom ler-te, João.
Grande abraço e até ao nosso próximo café à beira-mar [com muito mais tempo, desta vez].
Que bom que tenhas vindo aqui, Joaquim.
Um abração e até breve.
Olha… e vieste cá parar escondido nesse TGV de Tróia? Sempre em grande estilo, hein?
Mas tens um problema: agora já ninguém te deixa sair daqui outra vez.
Beijo!
Não me deixam? Por acaso estão com sorte: aqui, sinto-me em casa.
Beijo, Ana!