Com 36,3% a 25 de Janeiro e 35,5% a 20 de Setembro na Grécia, o Syriza obteve “expressivas vitórias”.
Com 38,6% a 4 de Outubro em Portugal, a coligação PSD/CDS “foi derrotada”.
Com 36,3% a 25 de Janeiro e 35,5% a 20 de Setembro na Grécia, o Syriza obteve “expressivas vitórias”.
Com 38,6% a 4 de Outubro em Portugal, a coligação PSD/CDS “foi derrotada”.
CONTO ESTAFADO NO LIXO DE TV’S E JORNAIS
Numa maratona há um vencedor destacado mas o grupo dos coxos de várias origens com múltiplas fraturas expostas salpicados pelos lugares de cauda ao sabor de gritaria ululante a compasso, são todos juntos mais numerosos. Mesmo assim e desde logo coxos ao pódio. O corte e costura do ganha sempre mesmo nos saldos martelados por gritaria tem comprador. Nem com o rebuçado Catarina que bem embrulhado só serve para chupar depressa até ao próximo cigarro.
por muitos trambolhões que dê, há quem veja sempre a vie en rose…
Lembra-me aquele slogan que passada na rádio seguir ao 25 de Abril “Vota na mãzinha fechada” que nos deixava a olhar da mão esquerda para a direita um bocado à nora…
Mãzinha há só uma.
LOL
Do que tenho ouvido dizer, o tamanho conta… só que parece que conta mais a largura do que o comprimento.
Há quem abuse do conceito de geometria variável. Ou de geografia variável, como é o caso.
Lá está outra vez a confusão.
A esquerda tem prioridade.Se perdeu aqui e ganhou ali o resultado é uma vitória.
Se perdeu,só,ganhou.Tem prioridade.
Veja o PC sempre a ganhar há décadas desde Cunhal.É por ele que a esquerda se guia.
Já tinha explicado.
Só há um pequeno problema. O Syriza conseguiu formar governo com uma maioria parlamentar. A PAF que já é a união de dois partidos pelos vistos não está a conseguir. E essa é uma grande diferença.
Entre um governo minoritário e um maioritário a escolha é obvia.