Já li sobre isso algures, dizia isso mesmo, a tremenda inveja que o feminino provoca nos gays, e não a condição de mulher, que eles abominam, que os faz ditar essas regras. Fazer de uma mulher … isto, é não gostar mesmo nada de uma. Amor próprio, também não há. Valha-nos a Elena Mirò. Na página de abertura do site oficial diz “alto e em bom som”: “ciao magre” Assim sim, mulheres lindas e com “substância”.
Ultimamente têm morrido umas quantas, uma delas brasileira e famosa. Valeu-lhe de muito…
Aí está uma coisa que nunca entenderei: a indústria da Moda tem, na sua mão, o poder de acabar (ou minorar bastante, pelo menos) o problema sério que é a anorexia adolescente. Bastar-lhes-ia promover formas menos esqueléticas nas passerelles, no que aliás todos teriam a ganhar, incluindo a roupa. Já houve inúmeros apelos da Organização Mundial de Saúde para que o faça, mas, não sei porquê, não mexe um dedo nesse sentido. Estes cadáveres ambulantes são os ídolos e modelos das rapariguinhas do mundo inteiro. Acho isto criminoso.
Ver a imagem desses corpos chega a ser terrífico…O “título”, Ana Craveiro , diz tudo…. Noutro tom – veio-me à ideia uma cena do filme – “O Diabo Veste Prada ” -um filme ligeiro mas, ainda assim, não deixando de fazer uma certa crítica ao “mundo da moda”- quando a secretária Anne Hathaway ) da diabólica editora Miranda (desempenho interessante de Meryl Streep ) vai escolher um vestido para levar a uma festa e não há número que lhe sirva. Porque, segundo o estilista, ela é gorda – veste o número 36…;)) No filme dá vontade de rir mas na realidade o caso é muito sério….
É verdade, Chloé. Justiça seja feita, essa foi a única voz de protesto que surgiu de dentro do sistema da Moda. Pelo menos de que eu tenha conhecimento. Lembro-me de tê-la aplaudido num post, na altura.
Mas a explicação dos gays que odeiam as mulheres não resolve totalmente a questão. Há muitas mulheres estilistas com fama e nome na Moda, e não vi até hoje nenhuma delas contrariar a tendência deste gosto absurdo.
Encontrei, mas não conheço a origem, nem se este Paulo Coelho é o famoso Paulo Coelho, mas fica o registo (fiz copy/paste, se houver erros, estes, não são meus):
“Opinião sobre o corpo feminino.
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber o seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. A nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fracção de segundo. As magrinhas que desfilam nas passareles, seguem a tendência desenhada por estilistas que são quase todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. As suas modas são rectas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. O corpo muda… cresce. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência para culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesanianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.
A frivolidade do mundo ocidental atingiu o absurdo. Um absurdo que ainda por cima é obsceno quando há mulheres que noutros cantos do mundo vêm os filhos morrer à fome. Muito mais que a distorção dos estereótipos de beleza, preocupa-me a falta de consciência da nossa sociedade.
Lindas…. eu nunca namoraria uma mulher assim.
Nojento!
Safa! (como dizia o outro)
É peixe bom para escabeche. Tem muita espinha.
Houve um dia um tonto (uns tontos?) que confundiram elegância com magreza.
E houve um dia uns tontos (umas tontas?) que não perceberam a confusão.
Só descortino a seguinte explicação: estas modas são lançadas por homens que não gostam de mulheres.
Certamente, compadre. Por isso é que o mundo da moda tem a fama de estar cheio de ‘gays’. E o proveito.
Já li sobre isso algures, dizia isso mesmo, a tremenda inveja que o feminino provoca nos gays, e não a condição de mulher, que eles abominam, que os faz ditar essas regras.
Fazer de uma mulher … isto, é não gostar mesmo nada de uma.
Amor próprio, também não há.
Valha-nos a Elena Mirò.
Na página de abertura do site oficial diz “alto e em bom som”:
“ciao magre”
Assim sim, mulheres lindas e com “substância”.
Ultimamente têm morrido umas quantas, uma delas brasileira e famosa. Valeu-lhe de muito…
.. e por mulheres sem um pingo de amor próprio.
Claro. Nem espaço mental têm para esse ou outros pingos.
Aí está uma coisa que nunca entenderei: a indústria da Moda tem, na sua mão, o poder de acabar (ou minorar bastante, pelo menos) o problema sério que é a anorexia adolescente. Bastar-lhes-ia promover formas menos esqueléticas nas passerelles, no que aliás todos teriam a ganhar, incluindo a roupa. Já houve inúmeros apelos da Organização Mundial de Saúde para que o faça, mas, não sei porquê, não mexe um dedo nesse sentido. Estes cadáveres ambulantes são os ídolos e modelos das rapariguinhas do mundo inteiro. Acho isto criminoso.
Eu só não percebo uma coisa…
Quem será que decide que isto é beleza?
Este comentário à notícia é que me fez rir:
Holy crumb! I shouldn’t see that many ribs outside a barbeque joint.
O que é sempre uma excelente ideia. Entrecosto para o jantar hoje.
Ver a imagem desses corpos chega a ser terrífico…O “título”, Ana Craveiro , diz tudo….
Noutro tom – veio-me à ideia uma cena do filme – “O Diabo Veste Prada ” -um filme ligeiro mas, ainda assim, não deixando de fazer uma certa crítica ao “mundo da moda”- quando a secretária Anne Hathaway )
da diabólica editora Miranda (desempenho interessante de Meryl Streep ) vai escolher um vestido para levar a uma festa e não há número que lhe sirva. Porque, segundo o estilista, ela é gorda – veste o número 36…;))
No filme dá vontade de rir mas na realidade o caso é muito sério….
Bem lembrada, a Miranda.
Na pasarela Cibeles é que estes não entram.
É verdade, Chloé. Justiça seja feita, essa foi a única voz de protesto que surgiu de dentro do sistema da Moda. Pelo menos de que eu tenha conhecimento. Lembro-me de tê-la aplaudido num post, na altura.
Mas a explicação dos gays que odeiam as mulheres não resolve totalmente a questão. Há muitas mulheres estilistas com fama e nome na Moda, e não vi até hoje nenhuma delas contrariar a tendência deste gosto absurdo.
Encontrei, mas não conheço a origem, nem se este Paulo Coelho é o famoso Paulo Coelho, mas fica o registo
(fiz copy/paste, se houver erros, estes, não são meus):
“Opinião sobre o corpo feminino.
Não importa o quanto pesa.
É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.
Saber o seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
A nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… .
Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fracção de segundo.
As magrinhas que desfilam nas passareles, seguem a tendência desenhada por estilistas que são quase todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem.
As suas modas são rectas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem.
Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa.
Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas?
Para que as confundam conosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto.
Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim.
Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes.
O corpo muda… cresce.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência para culpas.
Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza.
São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesanianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no!
Cuidem-se!
Amem-se!
A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho”
Foi por esta altura(hoje mesmo?) que Auschwitz foi libertado ??
É a 27 de Janeiro.
Um absurdo. Mesmo sabendo que o mundo da moda é co-responsável por comportamentos alimentares desiquilbrados nada faz parar esta gente.
A frivolidade do mundo ocidental atingiu o absurdo. Um absurdo que ainda por cima é obsceno quando há mulheres que noutros cantos do mundo vêm os filhos morrer à fome. Muito mais que a distorção dos estereótipos de beleza, preocupa-me a falta de consciência da nossa sociedade.
Eles querem é vender os trapos, querem lá saber dos cabides…
[Nunca entendi a ditadura desta magreza, absolutamente doentia. E não é porque pessoalmente me convenha outro “paradigma”, entenda-se]
Essa dos cabides, teve piada. É o termo certo. 😉