28 comentários em “Escândalo descoberto”

  1. Certíssimo. É preciso muita tarimba para saber interpretar os sinais (tantas vezes enganadores) do empório farmacêutico. Normalmente só os próprios actores da ” comédia ” é que (se) topam.
    Estejam alerta quando, por exemplo, um certo medicamento é retirado do mercado devido a (alegados) indícios de graves efeitos colaterais.
    A esmagadora maioria das vezes não passa de uma guerra entre companhias farmacêuticas. Isso mesmo e mais nada que tenha a ver com a defesa do consumidor.
    O espaço de mercado dos medicamentos é uma perfeita selva onde vale tudo. E os organismos tutelares vão atrelados, é claro: – quem arrisca ir contra os estudos científicos produzidos?
    (E já agora… já pensaram em quem é que faz os estudos?)

    1. finalmente alguém se move para queimar este manto de ignorância… como é que é possível tanta gente ter vivido todo este tempo com medo de uma pandemia depois de termos sido tão avisados…

  2. Eu tive gripe A e tratei-a como trato sempre qualquer gripe. 3 dias de febre mais alta que o habitual, só isso. E o mais curioso é que não contagiei ninguém dos mais próximos, que não tiveram cuidados especiais quando estive doente. Toda esta histeria foi manipulada e premeditada, não tenho dúvidas.

    1. Talqualmente, Ana. Houve excepções? Há sempre. Felizmente, as excepções mortais foram muito menos do que aquelas que as gripes habituais provocam. E foi assim em todo o mundo, incluindo o Terceiro.

  3. Absolutamente imoral o pânico que andaram a espalhar nas pessoas. Como professora não pude, de forma alguma, escapar a tanto alarmismo. Mesmo sendo muito pacífica no que toca a doenças, havia sempre formas de me lembrar que a Gripe A estava aí. Desinfectantes, avisos, loções aqui e ali a empestar a Escola com ‘cheiro a hospital’, canetas e lápis que não se partilhavam, teclados de computador protegidos por ‘preservativos’ contra a maleita, formulários a preencher, salas de isolamento e novas regras para cumprir que incluiam um questionário detalhado aos alunos ao primeiro sinal de alarme fizeram parte da minha rotina ao longo destes meses e tornaram-se um verdadeiro massacre para todos. Obviamente uma parte da comunicação social, que me desculpem os meus blogocompanheiros, teve a sua quota parte de culpa nas notícias incessantes e alarmistas.

  4. Tal como dizes, “nada que não tivéssemos adivinhado há muito” e não tivesse sido também neste DO amplamente comentado e debatido. O ‘senhor Ministro da Saúde’ já veio a terreiro defender a sua dama e dizer que ainda é cedo para se tirar conclusões definitivas… Vamos lá a ver o que é virá a seguir a dizer a ‘Senhora Directora-Geral da Saúde’…
    As farmacêuticas?, negócios?, nem pensar!!, que ideia!…

        1. – Espera. Vou saber.

          (Ó pá, tenho uma pergunta p’ra te fazer. Adere já. Sabes do Senhor George e da Senhora Ana?… Ok. Porreiro, pá. Tá-se.)

          – Sim, compadre. Mantêm-se os dois. Parece que estão bué seguros.

  5. Pois é, quantos de nós Portugueses e não só, não vimos logo que esta história da Pandemia da gripe A, não era senão mais um gigantesco negócio de alguns (poucos) interessados? Veja-se também a velha e recente triste história da gripe das aves! Por favor, nobre Povo Português, ABRAM os OLHOS!

  6. É necessário desmistificar a cumplicidade entre governos e grandes empresas farmacêuticas.
    Não se trata da defesa da saúde e bem estar da população, que tanto apregoam através dos media: Os grandes laboratórios investem nas vacinas para compensar a queda acentuada que se irá verificar no seu volume de negócios até 2013. Nessa data, a maioria das patentes que protegem seus medicamentos blockbuster terão expirado. Isto significa que os fabricantes de genéricos, isto é, de cópias mais baratas, invadirão o mercado.
    Um dos pontos fortes das vacinas é precisamente de que não serão transformadas em genéricos. Para fabricar uma vacina é necessário know-how específico e fábricas, enquanto que, para fabricar um genérico basta compor uma fórmula para copiar um medicamento clássico. Outra vantagem das vacinas é que podem gerar volumes de negócios superiores a um bilião de dólares. Basta que um ou mais governos decidam vacinar a totalidade ou parte da sua população!
    Outra vantagem é que, quando são os governos a fazer encomendas, nem haverá custos com stocks . Por exemplo, a Sanofi Aventis realizou no ano passado, um volume de negócios de 736 milhões de euros, apenas com a vacina da gripe sazonal!

    E não esqueçamos o papel indispensável da comunicação social, posto ao serviço da conivência entre governos e laboratórios, apenas para defender, de forma bem perversa, interesses económicos.

    Maria João Gomes

  7. Carissimos,

    Desde que fui de férias em Julho para Ibiza onde estava tudo engripado, percebi que os espanhois que não ligavam patavina à gripe A, não eram assim tão estúpidos, mas …

    Tenho dois filhos que fazem parte das classes de risco, uma tem bronquite asmática e o outro é transplantado hepático! As dúvidas foram e são muitas e … ainda não tomaram a vacina.

    Mas uma coisa é certa, estou só parcialmente de acordo, pois é verdade que se a vida não tem preço, como as vacinas salvaram algumas pessoas, já valeu a pena!

    Os que morreram, apesar de muito poucos (percentualmente falando), poderiam ter-se salvo….

    Mas para uma Mãe, uma familia que tenha perdido um ente-querido, talvez não achem assim o escândalo … assim tão escandaloso!
    http://lutarateviver.blogspot.com/

    1. Como reparou, eu também me refiro às excepções. O seu caso parece excepcional e todos os cuidados são poucos e inteiramente respeitáveis.
      No entanto, aqui trata-se de eventuais verbas monstruosas a circular por corredores suspeitos e de ganhos astronómicos que caem do céu em benefício de alguns. Apenas isso.
      Saúde e um abraço.

  8. Isto é dramático. Confesso que embarquei na onda. Mas então se não cofiarmos nas instituições vamos confiar em quem ? e um dia que seja realmente grave quem é que vai acreditar ?

    1. Só desconfiamos porque nos têm dado motivos para isso, não é? Se isso não se inverter, teremos de ser intuitivos ou de andar à deriva, que é o que já vai acontecendo.

  9. Não me tendo deixado amedrontar pela Gripe A, decidi não me vacinar. No mês passado fui à Alemanha e no segundo dia lá apanhei a dita. Fiquei por casa e controlei os sintomas como sempre fiz com qualquer outra gripe. Já tive gripes piores. Esta lá passou. Fiquei imunizado. E já está. Medos para quê?

  10. boa tarde,

    Tenho acompanhado atentamente tudo q está relacionaldo com esta alegada pandemia, pois estou grávida… Depois de mtas incertezas e de algum pânico, cada vez mais me convenço q tomei a decisão certa não me ter vacinado. Ninguém me tira da cabeça q aqueles casos em q a gravidez decorria de forma normal, terminaram em tragédia devido à toma da vacina. Não confio minimamente numa vacina q os proprios medicos não tomam. É tudo um grande negócio! Ai o bicho homem…

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *