O léxico dos candidatos (8)


Pedro Correia,

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ADN

«Uma liderança de proximidade é o ADN de Maria de Belém, característica sintetizada no facto de ser considerada a ministra da saúde mais popular de sempre.»

ASSINATURA

«O percurso de Maria de Belém tem a assinatura da vontade de fazer, da maturidade para agir, da capacidade para preparar um Portugal mais justo e solidário.»

CANETA

«Da sua caneta de jurista saíram diplomas que ajudaram a construir o Estado Social depois do 25 de Abril.»

DIFERENÇA

«Maria de Belém é uma mulher que faz a diferença. Uma mulher de confiança.»

DISCRETA

«Discreta, mas determinada na defesa do Estado Social, Maria de Belém fez ouvir a sua voz além fronteiras enquanto presidente da Assembleia Mundial da Saúde ou como deputada na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.»

HUMANISTA

«A mais nova de cinco irmãos de uma família do Porto demonstrou cedo a sua determinação e independência e uma leitura humanista da sociedade.»

LEMA

«”Razão e coração”, o lema do então primeiro ministro António Guterres, foi aplicado exemplarmente por Maria de Belém na pasta da Saúde.»

MARCAS

«Firme nos valores, sensível para ouvir os outros, disponível para integrar a cada passo a ciência e o conhecimento na procura das melhores soluções, estas são marcas de uma mulher de causas sociais e políticas.»

PORTUGUESES

«Os portugueses conhecem-na.»

RETRATO

«Tem presente o retrato dos portugueses que escapa ao prime time mediático ou aos seminários.»

 

Deste texto publicado no sítio da candidatura de Maria de Belém

0 comentários em “O léxico dos candidatos (8)”

  1. ROUBADO AO EXPRESSO:
    Animada pela boa recepção que tivera de manhã, na feira da Tocha (Cantanhede), território dominado pelo PSD e pelo CDS, Maria de Belém “atreve-se”, pela primeira vez na campanha, a falar do seu lado afetivo. Explica que se nunca se referiu a isso antes foi porque queria que as pessoas que a acompanham na campanha vissem por elas próprias como é que ela superava as provas de rua (depois de muitas das iniciativas dos primeiros dias terem sido, propositadamente, dentro de portas): “As pessoas sentem afeto; esta candidatura não é afetiva a fingir”.

    “Demora-se um pouco mais junto à senhora dos tremoços de Cacima (“feitos de maneira tradicional”), dá-lhe os parabéns por estarem tão “bem temperados”, terem “pouco sal”, cumprindo as orientações da Organização Mundial de Saúde. É bem recebida. O facto de ser uma mulher a candidatar-se a presidente não passa despercebido e é saudado por muitas das suas congéneres – “já era tempo”. Apoiantes da candidata pedem-lhes que vão votar, “é já no domingo”. “Vou, claro”, assegura uma potencial eleitora. Mas é para “presidente de quê?”.”

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