A mesma realidade pode ser vista por uns assim
e pode ser dada por outros assim
ou assim
. Vem depois um que a comenta assim
ou assim
, enquanto outros decidem opinar assim
, assim
e assim
. Na televisão é entendida assim
e na rádio é observada assim
. Os Abrantes lançam depois a coisa assim
para ver se cola e há blogues que a analisam assim
sem querer saber dos Abrantes.
Isto não invalida que uma boa escuta se faça assim
e não com modernices assim
.

Depois disto, vieram-me à memória umas frases daa antiga telefonia (outra palavra muito antiga), que escutava na infância e nunca mais esqueci:
“RRRRRRRádio Crime! Com o patrocínio da Fábrica de Chaves do Areeiro…”
Ahahah! Lembro-me disso. Na telefonia, sim senhor.
Bê-se mal …
🙂
Deixe de ser cusca, sim?
O jornalismo tão plural
na concepção abrantina
é de essência visceral
e, por isso, desatina.
Há por aí muitas urdiduras
em discursos tão magnificentes,
pelos buracos das fechaduras
sabemos verdades convincentes.
Até se fica com o olho inflamado, não é?