O dilema europeu


josegomesandre,

A convite do Henrique Raposo, escrevi um texto sobre a União Europeia para um blog da edição online do Expresso. Aqui fica um breve trecho:

 

Desde 1992, a Europa vive na ficção de que é possível subsistir uma “união de povos”, com uma moeda e uma economia comuns, alicerçada ao mesmo tempo numa “união de nações que se consideram plenamente soberanas”, sem que exista um interesse comum definido nem um sustentáculo constitucional vinculativo. Instada a optar pela tradicional “Liga de Estados” ou pelo aprofundamento federalista, a União Europeia – qual criança mimada – quis escolher os dois. Não percebeu que ficaria condenada, ora a perder ambos, ora a forçar um impossível equilíbrio através de manobras de bastidores, sem debate público e sem legitimidade democrática. 

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/uniao-europeia-essa-crianca-mimada-ou-a-via-do-federalismo=f696369#ixzz1hh3TQDOP

7 comentários em “O dilema europeu”

  1. Porque é que julga que as regras que os estados se comprometeram e não cumpriram vão ser cumpridas em qualquer das outras geometrias à escolha quando as “costas folgarem”?

    Tudo volta sempre à questão única: porque é que os políticos e os povos foram incapazes de cumprir com o que se comprometeram?

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