O culto dos paradoxos


Pedro Correia,

«Uso de máscaras ao ar livre deixa de ser obrigatório a partir da próxima semana», noticiaram ontem alguns órgãos de informação. Assim mesmo, como se estivessem a descobrir a pólvora.

Disparate. Nunca o uso de máscaras «ao ar livre» foi de uso obrigatório. Nem poderia ser. “Livre” e “obrigatório” na mesma frase é algo que não faz qualquer sentido.

6 comentários em “O culto dos paradoxos”

  1. As cirurgias para tratar desses órgãos atrofiados estão em interminável fila de espera no Serviço de Negação da Saúde patrocinado pelo propagandista dr. Costa.

  2. Não usei, não uso e não usarei máscara ao ar livre. A assembleia da república e o Costa divertem-se a tratar de temas ridículos, esbanjam a massa que a nação lhes paga desperdiçando tempo com assuntos que não resolvem a vida das pessoas.

    Ocupem-se a tratar dos temas da pobreza que existe e que aí virá, das rendas de casa cujo mercado está nas mãos de especuladores incentivados pelas políticas de estado que abriram também caminhos a empregos em companhias que gerem fundos imobiliários bem como sobre os preços da água, da luz, do gás e dos alimentos.

    1. Eu também nunca usei máscara na rua, quando andava sozinho. Para mim a máscara ao ar livre nunca foi obrigatória quando era possível mantar as distâncias. Mas há gente que gosta de andar de máscara, mesmo quando conduzem sozinhos, mesmo dentro da própria casa. Antes essas que outras manias que incomodam os outros.

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