No Jornal da Noite da SIC Notícias, a propósito da passagem de 60 anos sobre a morte de Stalin:
O papel de Stalin na História continua a ser controverso. A imagem é utilizada nas celebrações que marcam o fim da Segunda Guerra Mundial mas os opositores defendem que Stalin foi responsável pela prisão, tortura e morte de milhares de pessoas.
E Hitler, claro, só é um monstro segundo meia dúzia de judeus vingativos.

Aprenderam com o Mário Soares, que também ignorava a diferença entre milhares e milhões.
Também a diferença são apenas zeros… E os que dizem milhões são uns exagerados do caraças.
Nota: Apaguei o seu outro comentário porque me pareceu repetido. Só depois notei a indicação de “correcção” – o que me leva a pensar que afinal não era bem igual mas também que aprovei a versão certa. 🙂
Quanto à “Nota”, foi isso mesmo. Obrigado.
É o jornalismo. A profissão mais desonesta e incompetente que existe.
Mas não é só o jornalismo. Em muitos meios académicos, a diferença de tratamento também existe. E se Stalin lá vai encaixando algumas críticas, Lenine continua a ser um grande homem que nunca mandou matar ninguém.
Correcto. Aliás em meios académicos até chega a ser pior.
Um destes dias, ainda verei Stalin ser simplesmente descrito como “um líder carismático”.
Pelo menos reconheçamos uma coisa: ao contrário dos actuais líderes da UE, era um político que não perdia tempo com lutas internas do partido, conhecia bem os desejos do povo e respeitava toda e qualquer manifestação de desagrado…