Continuemos por França, embora com uma rapariga que parece preferir a língua de Shakespeare à de Molière. Taranta, o seu primeiro – e, de momento, único – álbum, inclui ainda assim um par de temas em francês e, porque ela tem família no país de Cervantes, uns quantos versos em castelhano. (Pensar que há quem questione a existência de uma identidade europeia…) Como informação acessória e totalmente irrelevante (procuro incluir pelo menos um detalhe irrelevante em cada post), acrescento que o nome é pseudónimo, adaptação de Milo Tindle, personagem de uma peça de Anthony Shaffer, da qual resultou um guião de Harold Pinter e o filme Sleuth (ou, na versão usada no país de Camões, Autópsia de Um Crime), o último da carreira de Joseph L. Mankiewicz, que entregou a Michael Caine o papel de Tindle. Há meia dúzia de anos houve um remake realizado por Kenneth Branagh, tendo Caine ocupado o outro lugar-chave da trama, Andrew Wyke – que fora de Laurence Olivier no filme original –, enquanto Jude Law interpretava Tindle, mas prestar-lhe atenção já seria excesso de irrelevância.
French pop (en anglais)
escafandro,
