«Há uns bons anos, estávamos eu e a Sílvia (que será feito de ti, Sílvia?), bem agarradinhos um ao outro, explorando as delícias da luxúria adolescente, num qualquer esconso vão de um dos pavilhões da escola, quando uma empregada (perdão, Auxiliar de Acção Educativa) nos descobriu e abençoou com santas e vigorosas aspersões de moralidade. Entre outros nostradámicos versículos, veio com a conversa do fim do mundo, logo ali na esquina do terrível 2000 que se aproximava. A relação entre a inevitabilidade do fim do mundo e a doçura dos lábios da Sílvia nunca percebi, mas eu era novo e inconsciente, pelo que não quis saber. Porém, perguntei-lhe se o mundo acabaria primeiro na Austrália ou se esperaria até todos nele entrarmos para acabar connosco. Ela mandou-nos embora, sob difusas ameaças de delação ao Conselho Directivo, dizendo que eu não tinha respeito por ninguém.
Ah… Bons tempos!»
Do nosso leitor PN Ferreira. A propósito deste texto do Paulo Sousa.

Olha por cá ando: com 4 filhos, vida de casada, trabalho e casa, passar a ferro lavar a roupa, loiça, limpar a casa, cuidar dos filhos, aturar o resmungão do meu marido barrigudo, ver a novela das 20h00. É a vidinha!
Estou a pensar em me divorciar! Por onde é que andas tu?
Sílvia
Este podia ser o comentário do ano ao comentário da semana
Muito bom
Lamento desapontar-te, mas devo estar tão barrigudo como o teu marido…
Eu não pergunto por onde é que anda(m). Ouviu a resposta ?
É de Sílvias e Silvas. Século passado.
Estragar dois passados para quê ?
Hehe aos 2.
Nesse dia que te aproveitas-te de mim com promessas de amor, casamento e tudo, fiquei prenha e tive que ir as escondidas com a minha tia fazer um aborto a Badajoz.
De resto nunca mais te vi, tu deste corda aos sapatos com o grito do Ipiranga. Passado 20 anos tu tens a lata de perguntar publicamente o que será feito de mim, seu coca-bichinhos.
Odeio-te!!!
Sílvia Afonso Neves
Oh Sílvia, isso não se faz!
Publicação maquiavélica ao espezinhar as “sweet memories” do Pedro, com uma reportagem da actual vida telenovelesca, ainda por cima deixando no ar um subtil convite ao reatar da pouca vergonha.
Não se faz.
Carlos Arnaut
Minha nossa, o que por aqui vai!
Curioso que em Portugal se diz “eu e a Sílvia” ou “eu e o Tobias”, enquanto que em Inglês se diria sempre, por uma questão de cavalheirismo”, “Sílvia and I”.
É o que dá sermos labregos.
Labregos e felizes!!!
Deve ser deste novo vinho Que se Foda de 2020
Dizem que é um vinho do car*lho!!!
Então Paulinho!
Já ligaste a Sílvia?