Linda. A praia da minha infância. Da chegada às sete da manhã, com o inevitável farnel. A idade em que a água estava sempre boa, mesmo que com nevoeiros e chuvas miudinhas.
Às sete da manhã! Isso sim, era ir à praia. :o) A título de curiosidade, que fique registado que esta foto foi tirada às… sete da manhã (enfim, faltava um minutinho apenas).
Quando lá voltares, Teresa, prepara-te para o choque: aquilo está pejado de lindas rotundas e novas… eh… acessibilidades. Pinheiros é que já os há muito menos.
Belíssima fotografia, Zé.
Obrigado, Pedro. E a insónia também não foi das piores.
Excelente como sempre 🙂
Oh, dizes isso porque és uma pessoa gentil.
Muuuuuuuuuuuuuito gentil :)))) Talento puro, o teu.
Linda. A praia da minha infância. Da chegada às sete da manhã, com o inevitável farnel. A idade em que a água estava sempre boa, mesmo que com nevoeiros e chuvas miudinhas.
Às sete da manhã! Isso sim, era ir à praia. :o) A título de curiosidade, que fique registado que esta foto foi tirada às… sete da manhã (enfim, faltava um minutinho apenas).
«Para que criou Deus os insones? Para que houvesse fotografias das alvoradas».
….
e alguns pudessem ler do DO!
(hoje não é o caso, excepcionalmente!)
Isso das insónias dava um tratado, não dava, Chloé? [Eu bebendo uma malga de café]
Com mil milhões de macacos… Bela chapa.
Grato, javali. 😀
Ando há tantos anos com vontade de voltar à Nazaré! Esta foto só me atiçou ainda mais esse dsejo 🙂
Quando lá voltares, Teresa, prepara-te para o choque: aquilo está pejado de lindas rotundas e novas… eh… acessibilidades. Pinheiros é que já os há muito menos.
Belo “sítio” para tirar uma foto apropriada à Nazaré… (tinha de ser, era inevitável a chalaça).
Estava a ver que ninguém ia ao sítio, Rxc! 😀
Abraço.
Que insónia tão criativa, livra… ó p’ra esta beleza!
Gosto de te ler assim tão coloquial, Ana! obrigado :o)