Um belo texto de Henrique Fialho, em Antologia do Esquecimento. Trata-se de um excelente blogue, veterano da blogosfera, que merecia ser citado mais vezes.
Em Malomil, António Araújo lembra Vasco Granja. Vale a pena ler a justa referência e lembrei-me logo da importância que Granja teve nas revistas de banda desenhada Tintim e Spirou e na importância que estas tiveram para mim.
Num registo diferente, a hipocrisia militante de alguns políticos mediáticos começa a ser penosa de ver, como muito bem assinala Filipe Nunes Vicente. Erros sistemáticos são repetidos com ar doutoral. Na questão da Grécia, a realidade tem desmentido todos os dias estes comentadores infalíveis. Eles nunca compreenderam a questão e disseram as maiores barbaridades, enganando a opinião pública, mas continuam a falar como se fossem oráculos. Estão sempre certos, os factos é que erram.
Aqui está um texto factual sobre a Grécia, de Tavares Moreira. O autor de Quarta República explica as consequências trágicas de uma fantasia política e lembra uma das excitações nacionais do ano passado, da qual nos livrámos com dificuldade. O governo do Syriza ia entrar a matar, não era? Tsipras e Varoufakis aterrorizavam a Europa, os alemães capitulavam e Portugal devia imitar estas luminárias. Era tudo uma questão de dignidade, não era?


US Navy, provavelmente estará na pintura o Arizona que se voltou em Pearl Harbor.
Tanto homem, sempre (por bons que alguns sejam).
Estou em crer que isto diz mais do que aquilo que escreveram, a começar pelo autor deste post.