Daughter, álbum Not to Disappear.
O poder estranhamente animador da melancolia. Ou talvez – porque a música, como as outras artes, é sempre a dois – o poder estranhamento animador da melancolia partilhada.
Daughter, álbum Not to Disappear.
O poder estranhamente animador da melancolia. Ou talvez – porque a música, como as outras artes, é sempre a dois – o poder estranhamento animador da melancolia partilhada.
Mais uma excelente escolha, José António. Mas desta vez não me apanhas de surpresa: rendi-me aos Daughter com Youth. Desde então tenho sido um seguidor fiel. Já os ouvi ao vivo, o que foi uma decepção, mas creio que mais por culpa do palco e do espaço do que por ineficiência da banda.
Desta vez tu é que me apanhaste: ainda não vi Stranger Things…