De valor era a Uber mudar o nome para Cannabis só pelo gozo de ver o Bloco a opor-se à legalização.
0 comentários em “Broca de esquerda”
Que eu saiba, o Bloco não se opôs à legalização da UBER. Apenas disse que, conjuntamente com essa legalização, a lei dos táxis também terá que ser alterada, para que a concorrência seja perfeita. Quem se opõe à legalização da UBER é o PCP, não o Bloco.
Os taxistas em Lisboa são ( espero que nem todos ) assustadores , mal educados e sempre a fazerem o percurso mais complicado e mais longo. Em certos países a carta de condução é profissional e são obrigados a passar um exame de perfeito conhecimento das ruas da cidade e obrigados por lei a fazerem o percurso mais curto.Todos os taxis estão ligados à central e quando o cliente entra no taxi são também obrigados a divulgar o destino e a central a todo o momento pode ouvir o que se passa na viatura. Claro que este regime em Portugal seria considerado uma escravidão e falta de liberdade porque somos um País muito civilizado.
Das viagens que fiz em táxi podem contar-se pelos dedos aquelas em que não fui maltratada, repito maltratada, ou por pretender um percurso curto ou por contribuir para o motorista “perder” um excelente trajecto para o aeroporto que uns estrangeiros pretendiam fazer. É que eu não tinha percebido “que a praça juntinha ao Hotel é para isso serve”, e foi assim, vociferando, e tratando-me grosseiramente por você, que o fulano do táxi justificou o desagrado pela minha presença. Não fora a minha debilidade e urgência em chegar ao hospital para realizar um exame e eu teria saído do carro; percebendo isso não desarmou e até final do percurso foi sempre rosnando. Foi um péssimo dia.
Que eu saiba, o Bloco não se opôs à legalização da UBER. Apenas disse que, conjuntamente com essa legalização, a lei dos táxis também terá que ser alterada, para que a concorrência seja perfeita.
Quem se opõe à legalização da UBER é o PCP, não o Bloco.
Os taxistas em Lisboa são ( espero que nem todos )
assustadores , mal educados e sempre a fazerem o
percurso mais complicado e mais longo.
Em certos países a carta de condução é profissional e
são obrigados a passar um exame de perfeito conhecimento
das ruas da cidade e obrigados por lei a fazerem o percurso
mais curto.Todos os taxis estão ligados à central e quando
o cliente entra no taxi são também obrigados a divulgar o
destino e a central a todo o momento pode ouvir o que se
passa na viatura.
Claro que este regime em Portugal seria considerado uma
escravidão e falta de liberdade porque somos um País
muito civilizado.
Das viagens que fiz em táxi podem contar-se pelos dedos aquelas em que não fui maltratada, repito maltratada, ou por pretender um percurso curto ou por contribuir para o motorista “perder” um excelente trajecto para o aeroporto que uns estrangeiros pretendiam fazer. É que eu não tinha percebido “que a praça juntinha ao Hotel é para isso serve”, e foi assim, vociferando, e tratando-me grosseiramente por você, que o fulano do táxi justificou o desagrado pela minha presença. Não fora a minha debilidade e urgência em chegar ao hospital para realizar um exame e eu teria saído do carro; percebendo isso não desarmou e até final do percurso foi sempre rosnando.
Foi um péssimo dia.
Tão bom , Rui.