Mário de Carvalho e o PCP


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O reconhecido escritor Mário de Carvalho acaba de publicar um texto denunciando que “não é de tolerar a sórdida campanha mercenária que se tem ultimamente – a soldo – levantado nas redes sociais contra o PCP.“^, decerto aludindo ao que se tem publicado relativamente às posições que aquele partido vem tendo sobre a guerra na Ucrânia, e às declarações de seus dirigentes, militantes e simpatizantes que as acompanham.

 

Eu não tenho particular visibilidade, não sou figura pública. Mas vou escrevendo nas “redes sociais” – nas quais incluo isto do bloguismo. E por cá tenho botado alguns textos procurando zurzir essas reacções dos comunistas (1, 2, 3, 4,  5, 6, 7, 8, 9, e 10). Julgo ter assim – nem que seja por critérios quantitativos – justificado a integração nessa brigada activista.

 

Agora, e face ao que expõe o ilustre Mário de Carvalho – cujo estatuto decerto lhe impede de escrever opiniões desprovidas de veracidade -, venho aqui perguntar se alguém sabe para onde ou para quem deverei enviar a conta, pois ainda não fui pago pelos tais textos. Muito agradecerei qualquer informação que me providenciarem (preferencialmente por mensagem privada).

6 comentários em “Mário de Carvalho e o PCP”

    1. Eu defendo que se deve evitar a osmose: não deixar que a opinião sobre o homem contamine a opinião sobre o artista e vice-versa. Eu considero o autor Mário de Carvalho extraordinário. O homem de ideologia Mário de Carvalho, por outro lado, cada vez mais me parece insalubre.

      1. Partilho da sua opinião: sou fã dos livros deste autor, e discordo das opinioes politicas dele. Mas para os apoiantes comunistas, funciona de forma diferente, não há cá dicotomias. Ou se adora tudo, ou se odeia tudo. Até parecem extremistas, não é? E sempre com a desculpa de que não se pode tolerar a intolerância…

  1. A vitimização do PCP é em tudo semelhante às queixas da federação russa em relação á ameaça nazi. Coitadinhos dos russos que estão a ser ameaçados pelos nazis. O PCP e o regime do Kremlin vão cair de podres, e não será necessário a formação de um quarto reich para tal acontecer.

  2. Todo o intelectualóide que sabe juntar letras se comove com os ‘exemplos de coragem, firmeza e honradez’ que sempre encontram na esquerdalhada e que sempre ignoram terem existido em abundância no que designam por fascistas.
    E sempre ignoram o quanto esses exemplares da esquerda estiveram a soldo de potências estrangeiras, para agora designarem por mercenários quantos ainda hoje lhes reconhecem esses vínculos, que a todo o tempo se revelam!

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