Mais vale uma sardinha no pão que duas a nadar


Ana Vidal,

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0 comentários em “Mais vale uma sardinha no pão que duas a nadar”

  1. “Mais vale uma sardinha no pão que duas a nadar”
    MAS…
    Só pode comer as que um burocrata da U.E. autorizar

      1. Quanto ao arruinar, isso já é querer entrar nas potências matemáticas porque, arruinados já nós estamos.

        Ao preço das sardinhas, teriam de ser acrescidos os juros, cuja dívida futura já estará ao nível da nossa 5ª geração (numa perspetiva otimista e, para ajudar, só aqui, já poupei um c e um p com o acordo ortográfico). Ora, para saber com rigor, qual a influência no défice, das duas sardinhas, multiplicando pelo número de portugueses que compram sardinhas, onde os que não gostam de sardinhas, não escapam a pagar juros da dívida, sobre as sardinhas que os outros comem, o Ministério das Finanças teria de contratar uma equipa de matemáticos internacionais (sempre o melhor para “satisfação” dos contribuintes) mas que teriam de ser peritos em Exponenciação, especialmente, em Expoentes irracionais porque, para quem só sabe pedir dinheiro e seguir ordens de Bruxelas, nem deve saber quanto custa exactamente, na vida real, o preço de uma sardinha, quanto mais acrescida do expoente relativo a custos de juros futuros.

        Calculo que nunca chegariam a um consenso porque, a matemática não funciona como as gerigonças e, provavelmente, aconselhariam contratar peritos em Indeterminações, daquelas em que a base, pode ser elevada ao infinito.

        No entretanto, o Bloco para mostrar serviço, exigiria o fornecimento, automático, de sardinhas, aos agregados familiares de baixos rendimentos e, o PCP, para reforçar a urgência em resolver esta desigualdade na distribuição das sardinhas, “mexia os cordelinhos” e haveria uma greve geral, no transporte das sardinhas, sem esquecer os piquetes de greve que, para preencher o tempo, antes da chegada da comunicação social, iriam preparando uma grande sardinhada, para oferecer à população durante um comício.

        No entretanto, o 1º Ministro garantiria ao Presidente da República que tudo não passava de especulação porque as sardinhas nunca estiveram com preços tão acessíveis à população mas, se fosse preciso, aumentaria o iva sobre o pão para diminuir o preço das sardinhas e, se houvesse contestação, tinha logo a desculpa que o pão engorda, aumenta os diabetes que comessem a sardinha e ficassem a chupar nos dedos… Descido o preço da sardinha, viria logo a ameaça de sanções europeias, assunto que seria logo resolvido à porta fechada, em troca de um 6º imposto na fatura da água, no preço do vinho ou da gasosa e, nisto tudo, como de costume, sem nos apercebermos, acabamos por pagar a sardinha ao preço do caviar, em impostos indiretos e, mesmo assim, ainda ficará a factura para os filhos, netos, bisnetos, trisnetos… porque, não podemos passar sem sardinhas, sem o Campeonato de Futebol nem outras coisas imprescindíveis como, por exemplo, só uma Câmara, aplicar 3 milhões de euros dos nossos impostos, numa Mesquita e fazer mais umas quantas obras de embelezamento, sempre de milhões.

        Com tanta conversa e divagação, tudo por culpa das sardinhas, amanhã, já estou a pensar, comer ao almoço, uns carapaus grelhados com molho à espanhola 😉

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