10 comentários em “Mais cem escritores indispensáveis (50)”
Esta frase é o lema da BA5 em Montereal, onde operam os F16. São quase meus vizinhos, que já visitei várias vezes, nos dias da Base Aberta. Não sabia que era do Aquilino. Sempre a apender.
Tenho o “romance da raposa ” dedicado por um dos netos, que amavelmente mo enviou , apesar de eu já ter um exemplar , por eu gostar tanto do avô. Também se chama Aquilino. Ando a ler outra vez , uma páginas ao calhas , da Salta Pocinhas , raposeta matreira, fagueira, lambisqueira
Eu diria que nos tempos atuais Aquilino Ribeiro já é praticamente incompreensível para a maior parte das pessoas. Porque tanto o contexto cultural a que se refere como, sobretudo, o vocabulário que utiliza já estão demasiadamente distantes dos nossos. Mas sim, foi um grandíssimo escritor.
Já para não falar em Camões, contexto cultural e sobretudo (eu diria mesmo mais, gabão) completamente, fora de moda. Aquilino e Camões a mesma luta, a luta pela contextualização e por um vocabulário de proximidade.
Um maratonista, Carlos Lopes, por exemplo, diria: “Alcança quem não se cansa”. Uma coisa é cansarmo-nos, outra é cansarmos (os outros). Há pessoas (eu, talvez) que são cansativas.
Estará na altura de refazer-lhe as obras,eliminando logo as palavras mortas,depois o machismo,veja-me aquele Malhadinhas—E da coitanaxa fiz dona.E na Romarigães,aquele casório talhado pelo prior a seu jeito,entremeando o pai e o cornado marido com dobrões pela goela abaixo. Olha que mina…auto-propostos reescrevinhadores de todas as obras do passado.
Esta frase é o lema da BA5 em Montereal, onde operam os F16. São quase meus vizinhos, que já visitei várias vezes, nos dias da Base Aberta.
Não sabia que era do Aquilino. Sempre a apender.
Era o lema do Aquilino. Chancelava os livros dele com esta frase.
fui Amigo e I:. de seu filho ARM
Aquilino Ribeiro Machado foi presidente da Câmara de Lisboa após o 25 de Abril.
Tenho o “romance da raposa ” dedicado por um dos netos, que amavelmente mo enviou , apesar de eu já ter um exemplar , por eu gostar tanto do avô. Também se chama Aquilino.
Ando a ler outra vez , uma páginas ao calhas , da Salta Pocinhas , raposeta matreira, fagueira, lambisqueira
Gostei muito de saber, Marina.
Adoro essa linguagem colorida, expressiva, saborosa, nada formatada, de mestre Aquilino.
Eu diria que nos tempos atuais Aquilino Ribeiro já é praticamente incompreensível para a maior parte das pessoas. Porque tanto o contexto cultural a que se refere como, sobretudo, o vocabulário que utiliza já estão demasiadamente distantes dos nossos.
Mas sim, foi um grandíssimo escritor.
Já para não falar em Camões, contexto cultural e sobretudo (eu diria mesmo mais, gabão) completamente, fora de moda.
Aquilino e Camões a mesma luta, a luta pela contextualização e por um vocabulário de proximidade.
Um maratonista, Carlos Lopes, por exemplo, diria:
“Alcança quem não se cansa”.
Uma coisa é cansarmo-nos, outra é cansarmos (os outros).
Há pessoas (eu, talvez) que são cansativas.
Estará na altura de refazer-lhe as obras,eliminando logo as palavras mortas,depois o machismo,veja-me aquele Malhadinhas—E da coitanaxa fiz dona.E na Romarigães,aquele casório talhado pelo prior a seu jeito,entremeando o pai e o cornado marido com dobrões pela goela abaixo.
Olha que mina…auto-propostos reescrevinhadores de todas as obras do passado.