Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje é O Dia Europeu da Terapia da Fala

«Esta é a área responsável pelo desenvolvimento de atividades no âmbito da prevenção, avaliação e tratamento das perturbações da comunicação humana, englobando não só todas as funções associadas à compreensão e expressão da linguagem oral e escrita, mas também formas de comunicação não verbal. 

Presta cuidados na alimentação e comunicação do bebé recém-nascido e em crianças (em idade pré-escolar e escolar) com dificuldades de articulação dos sons da fala, nos atrasos e perturbações da linguagem, e ainda ao nível das perturbações da leitura e da escrita e gaguez. Actua noutras áreas, nomeadamente com crianças surdas, autistas ou com deficiência.

A terapia da fala acompanha todas as fases da vida. Está presente nos serviços de Medicina Física e Reabilitação e de Otorrinolaringologia. No primeiro acompanha adultos de etiologia neurológica e neurodegenerativa, ao nível das perturbações adquiridas da linguagem, fala e deglutição e com perturbações alimentares na infância. No segundo actua ao nível da audição, voz (rouquidão), fluência (gaguez), deglutição e linguagem na criança.»

 

É fundamental perceber para poder explicar. O meu neto percebe tudo, mas quando quer faz-se desentendido e só diz realmente bem o que quer. O mais engraçado é que as palavras que repetimos e repetimos para que ele possa entender e repetir também, o malandrim manga connosco, porque com a terapeuta da fala repete na perfeição. Só posso agradecer para já o excelente trabalho desta profissional, em ajudar o meu piqueno a entender melhor o mundo em que vive. Há-de seguramente chegar o momento em que ele entenderá que é tão ou mais importante fazer-se entender também sem tolice e safadeza à mistura, ou talvez apenas com um pedacinho só.

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Hoje é O Dia Mundial do Ténis

«Assinalamos o Dia Mundial do Ténis na primeira segunda-feira de Março. Esta data começou em 2013 para incrementar a participação nesta modalidade desportiva, já praticada por milhões de pessoas em todo o mundo.

O ténis nem sempre foi tal como o conhecemos hoje. Antes da sua popularização no século XIX era sobretudo um jogo palaciano, praticado por membros da aristocracia e das famílias reais.

A primeira partida de ‘ténis de relvado’ realizou-se em 1874 em Birmingham, no Reino Unido, três anos antes do primeiro torneio de Wimbledon, ainda o mais célebre à escala global.»

 

Ainda sou do tempo… do Jimmy Connors, do McEnroe, do Bjorn “Ice” Borg, do Mats Wilander, do Boris Becker, do Guillermo Vilas, ou do Ivan Lendl, ou do Yannick Noah, do Andrés Gómez, do Pat Cash, do Johan Kriek… de ver com atenção e emoção os torneios do Grand Slam e da Taça Davis que passavam na TV. 

Também havia e há, claro, tenistas, como dizer… femininas? com desempenhos espectaculares, grandes nomes e excelentes classificações ATP, mas sem tanto charme, claro.

Ainda me atrevi a ir algumas vezes para o Estádio Nacional bater umas bolas. Mas foi tudo o que fiz, bater nas desgraçadas.

(Imagens Google)

20 comentários em “Hoje é dia de”

  1. « Até há alguns anos, doenças que cursam com demência e distúrbios dos movimentos eram classificadas, de acordo com a apresentação clínica, como:
    (1) doenças nas quais a síndrome demencial constitui a manifestação clínica principal (doença de Alzheimer);
    (2) doenças que, embora possam cursar com síndrome demencial como manifestação clínica principal, em geral têm como característica clínica predominante distúrbios do movimento (doença de Parkinson, doença de Huntington, paralisia supranuclear progressiva);
    (3) doenças que cursam exclusivamente com distúrbios do movimento (ataxias espinocerebelares).
    Do ponto de vista neuropatológico, essas doenças têm em comum a perda seletiva e progressiva de neurônios em uma ou mais regiões anatômicas do SNC, bilateral e simetricamente. »
    Omnia sunt communia!

    durante muitos anos, a conselho médico, joguei ténis contra a parede, adversário temível porque devolve todas as bola em metade do tempo. girava alternadamente à esquerda e à direita para evitar a ‘espinhela caída’
    nos últimos 5 anos faço ginástica correctiva 2x/dia semanalmente acompanhada por fisioterapeuta formada no Jamor

    o estado apresenta-se como a pior invenção de génio humano: basta ver as filas para todo o ‘serviço mínimo’ e os burocratas com sorriso alvar (depreciativo) a perguntar ‘em que posso incomodar’

      1. joguei no Campo Grande no CIF, que depois mudou para Monsanto; num campo junto à Tapada da Ajuda e por fim no Glorioso

  2. há tenistas, como dizer… femininas […] sem tanto charme, claro

    Que elas são femininas não há qualquer dúvida, basta observar aquilo que (não) têm entre as pernas. Não é caso para usar reticências: são mulheres, ponto final.

    Quanto ao charme tendo a concordar – uma mulher com ombros muito volumosos é pouco charmosa, do meu ponto de vista. Mas não são somente as tenistas que têm pouco charme, muitas outras mulheres também não o têm.

    1. ” há tenistas com dizer….femininas ..”
      Tenista tanto pode ser masculino ou feminino.
      E se fosse tenisto e tenista, a Navratilova não sei não o que seria. Ela e mais umas tantas jeitosas do ténis mundial.

      1. Navratilova não sei não o que seria

        Martina Navratilova jogou em competições femininas. Presumo que alguém tenha verificado, de forma bem concreta e palpável, que ela tem uma vulva e nenhum pénis. E que, já agora, tem níveis de testosterona normais para uma mulher. Isso para mim chega para ela ser mulher. Não precisa de mais nada para ser mulher.

          1. Sim, sei perfeitamente que para algumas pessoas não é suficiente ter vulva para se ser mulher. Pretendem também, sabe-se lá, que a pessoa tenha cabelos compridos, use saia, pinte os lábios, ou sei lá o quê.
            Mas, na minha opinião, tudo isso são ideias subjetivas e/ou culturais. Eu rejo-me por um critério objetivo: tem vulva, então é mulher. Não precisa de mais do que isso, nem de menos que isso.
            De resto, não tenho razão para supôr que Martina Navratilova pense de forma distinta da minha. Ela identifica-se como mulher, e eu (e toda a gente, creio) concordo que ela é mulher.

      1. há tenistas bem conhecidas que nas cerâmica mulheres e não se assumem do sexo feminino

        Cerâmica?!

        Não sou entendido no mundo do ténis, não sei a que tenistas se refere.

        Estou-me marimbando para que alguém se assuma ou deixe de se assumir como sendo do sexo feminino. Para mim é claro: no mundo desportivo, é mulher quem tem vulva, nasceu com vulva, e tem níveis de testosterona próprios de uma mulher (as três coisas). Lá o que assuma, é problema dela: é mulher, assuma o que assumir.

        1. Aí está! Você não sabe quem tem vulva ou quem tem pénise a verdade é que isso agora não interessa nada. Mas VOCÊ não tem como saber. Apenas quer deseja que seja como quer e pronto!
          Nem entendo como um acérrimo defensor da esquerda se assuma assim, descaradamente contra as pretensões lgbtqiap+!

          1. Eu não sei quem tem vulva nem tenho que saber. Estou é a dizer que esse é que deve ser o critério para alguém ser considerado mulher. Agora, não sou eu, pessoalmente, quem se vai põr a investigar esse critério.
            Repare-se que isto é uma questão polémica: saber se certas pessoas devem ser, em certas situações, consideradas mulheres ou não. E eu estou a dizer, a minha opinião é que o critério deve ser a existência de vulva. Mas não sou eu quem se vai pôr a investigar o critério.
            Eu não sou um acérrimo defensor da esquerda. Não sei onde foi a Dulce inventar tal coisa. Quanto aos lgbtq+++++, tenho muitas, mas mesmo muitíssimas dúvidas sobre @s transexuais e os seus “direitos”. Especialmente, tenho as maiores dúvidas sobre o direito que alguns homens pretendem ter de, em todas as circunstâncias, ser considerados mulheres. É claro que não faz mal nenhum que um homem se vista com saia e que queira ser tratado por Maria. Já que esse homem queira frequentar casas de banho de mulheres, ou competir em desportos como mulher, oponho-me.

          2. Eu não invento ” tais coisas”, balio, todos os que lêm os seus comentários constatam o facto.
            Eu pessoalmente tenho dúvidas que toda esta alienação chegue ao fim. Estou em crer que é apenas o princípio. Jâ sei que não vê TV, mas não custa perguntar: já viu The Last of Us? Trata-se de uma série de TV cuja acção se passa numa distopia pós-apocalíptico, em que o final da humanidade tem origem numa infecção por fungos… curiosamente um dos comerciais mais impingidos na TV é para tratar fungos … será que iremos ter uma Vulvid24?

          3. Repito que não sou um defensor da esquerda nem das esquerdas. Sou um liberal, membro da Iniciativa Liberal (aliás, um dos membros mais antigos, embora não um fundador, do partido). Na medida em que sou um liberal, sou claramente anti-conservador, e portanto sou contra a generalidade da direita que temos cá por Portugal. Mas também sou claramente anti-socialista.

            Quanto a ver TV, até vejo um bocado, mas somente jogos de futebol e noticiários… Isso The Last of Us não faço ideia o que seja.

  3. Comungo totalmente a discrição da esperteza do neto.
    Com a minhs neta mais velha é igual.
    Também anda na terapia da fala, e a professora acha (?) que é um pouco disléxica.
    Sinceramente o que penso é que os catraios falariam, e escreveriam muito melhor com cópias e sobretudo com ditados.
    Mas isso digo eu que sou um velho marreta

    1. O meu neto quando quer falar bem, fala, mas normalmente um jargão muito próprio, que no princípio era extremamente importante porque era através daqueles sons com significado para ele que comunicava, mas agora tem preguiça e malandragem para largar patoá. …
      A minha neta faz umas mini cópias, e como brincamos muito às escolas, de vez em quando deixa-me ser a professora e aí há ditado.

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