
«Nunca sabemos de ciência certa em que momento o caminho dá uma guinada e para que estranhos lugares se dirigem os nossos passos.»
Roberto Bolaño (1953-2003)

«Nunca sabemos de ciência certa em que momento o caminho dá uma guinada e para que estranhos lugares se dirigem os nossos passos.»
Roberto Bolaño (1953-2003)
Llamadas telefónicas
La forma en que se desarrolló mi amistad con Sensini sin duda se sale de lo corriente. En aquella época yo tenía veintitantos años y era más pobre que una rata. Vivía en las afueras de Girona, en una casa en ruinas que me habían dejado mi hermana y mi cuñado tras marcharse a México y acababa de perder un trabajo de vigilante nocturno en un cámping de Barcelona, el cual había acentuado mi disposición a no dormir durante las noches.
Está mal traduzido mas também não importa: é um pensamento banalíssimo que não me parece nada indispensável. Estamos fartos de sentenças, máximas e reflexões.
Não lhe parece, Pedro, que a literatura (a Linguagem) chegou ao fim — quando o que temos é apenas um conjunto de banalidades?
Antes de me responder tente encontrar, pf, o texto da Susan Sontag: A Estética do Silêncio.
Existe uma versão brasileira em pdf na internet, horrível, e existe uma versão inglesa mas é preciso comprar o livro.
Abraço
A imprevisibilidade aprende-se cedo na vida autónoma. Ou convém que alguém no-lo revele.