Mais cem escritores indispensáveis (36)


Pedro Correia,

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«Nunca sabemos de ciência certa em que momento o caminho dá uma guinada e para que estranhos lugares se dirigem os nossos passos.»

Roberto Bolaño (1953-2003)

3 comentários em “Mais cem escritores indispensáveis (36)”

  1. Llamadas telefónicas
    La forma en que se desarrolló mi amistad con Sensini sin duda se sale de lo corriente. En aquella época yo tenía veintitantos años y era más pobre que una rata. Vivía en las afueras de Girona, en una casa en ruinas que me habían dejado mi hermana y mi cuñado tras marcharse a México y acababa de perder un trabajo de vigilante nocturno en un cámping de Barcelona, el cual había acentuado mi disposición a no dormir durante las noches.

  2. Está mal traduzido mas também não importa: é um pensamento banalíssimo que não me parece nada indispensável. Estamos fartos de sentenças, máximas e reflexões.

    Não lhe parece, Pedro, que a literatura (a Linguagem) chegou ao fim — quando o que temos é apenas um conjunto de banalidades?

    Antes de me responder tente encontrar, pf, o texto da Susan Sontag: A Estética do Silêncio.

    Existe uma versão brasileira em pdf na internet, horrível, e existe uma versão inglesa mas é preciso comprar o livro.

    Abraço

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