
Hoje é O Dia Mundial da Justiça Social
«Este dia foi adoptado em 2007 pela ONU. O tema da comemoração, em 2023, é “Ultrapassar Barreiras e Libertar Oportunidades para a Justiça Social” e está associado às recomendações que constam no relatório “A nossa agenda comum”. Constitui uma oportunidade para fomentar o diálogo entre os Estados membros, jovens, parceiros sociais, sociedade civil, organizações da ONU e outras partes interessadas sobre as acções necessárias para reforçar o contrato social, afectado pelo aumento das desigualdades, conflitos diversos e instituições enfraquecidas que não protegem como deviam os direitos dos trabalhadores.
A ONU sempre considerou que o desenvolvimento social e a justiça social são indispensáveis para a alcançar e manter a paz e segurança dentro e entre nações e que, por sua vez, o desenvolvimento social e a justiça social não podem ser alcançados na ausência de paz e segurança, ou na ausência de respeito por todos os direitos humanos e liberdades fundamentais.»
Excelente trabalho em “manter a paz e a segurança dentro e entre nações”. Tiro-lhes o meu chapéu. Não é possível haver paz sem justiça, nem justiça sem paz.

Hoje é O Dia Mundial do Animal de Estimação
«Este dia existe desde 2006 para celebrar a alegria que os animais de estimação nos trazem. Mas também chama a atenção para as necessidade de estimarmos e cuidarmos dos animais que estão à nossa guarda. E de adoptarmos pelo menos um.
Milhões de cães e gatos vivem abandonados um pouco por toda a parte no mundo. Muitos destes animais foram abandonados pelos antigos donos, algo inaceitável.
Antes de adoptarmos um animal é muito importante pensarmos se temos mesmo condições para isso e se queremos muito cuidar dele.»
Creio que já aqui contei que tivemos uma cadelinha arraçada em pékinois chamada Delilah (influências do Tom Jones) que teve dois cãezinhos, imediatamente adoptados por colegas minhas do liceu. Um ficou com a família da Aldinha, pessoas espectaculares. O outro, com a família da Tina, que vivia com a irmã, o sobrinho e o cunhado, este último a única pessoa menos simpática da família. O tempo foi passando, os cães foram crescendo, e cada vez menos se via o sobrinho da Tina a passear o cão. A minha colega andava triste e acabrunhada, e um dia, durante um ” furo” escolar, acabou por contar que o cunhado tinha levado o cãozinho até ao ” lado de lá” e por lá o tinha abandonado. Fiquei para morrer. Lavada em lágrimas, contei à minha mãe, que num momento propício disse ao senhor o que pensava dele. Não acredito no karma nem nessas coisas, mas dois ou três anos depois o senhor faleceu de uma doença incurável. Alguém na rua disse que morreu de maldade acumulada.
(Imagens Google)

a condição humana altera-se com o ‘fabrico do homem novo’.
hoje a minha maior pena é não ter sido um FdP porque o pessoal não gosta de ser bem tratado. disse mais que uma vez «se quer ser mal tratado é só pedir»
num mundo onde milhões comem às vezes os meus animais de muita estimação são os que criei ‘vacas, cabras, ovelhas, porcos de montado (que o marketing designa por pata negra)’
Há dias para celebrar tudo, tão vazios de conteúdo que acaba por ser desmoralização continuar. Falar em em justiça social é fácil. Aliás, falar é facílimo, é abrir a boca e deixar sair ar e som, mas nada.
Ainda um dia destes estava a pensar que quando a minha gatinha se for acabaram-se os bichinhos cá em casa. Não quero que nenhum acabe por morrer de desgosto como, o gato da minha mãe, quando ela faleceu. Foi triste demais.
“quando a minha gatinha se for acabam-se os bichinhos cá em casa”.
Quem me dera poder dizer o mesmo, temo que na minha casa terei de continuar a conviver com formigas, com moscas (mania dos arejamentos) e com as gaivotas a gritarem no parapeito da varanda.
Eu nem moscas, nem formigas nem uma gaivotazita a berrar no parapeito da janela, veja lá…
Ora lá está, eu bem os dispensava a todos
Sabe que nunca tive uma barata em casa?
E, como moro num 9° andar e os gatos se atiram a tudo o que mexe, tenho perfis amovíveis em PVC e rede, que uso com as janelas abertas.
Compreendo, Dulce.
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Eu vivo num segundo andar e a verdade é que gosto das janelas abertas, sem redes e do cheiro a riosia/maresia. Batatas nunca tive, a não ser quando vivo em Angola, essas eram mais parecidas com morcegos
Eu gosto muito de cheiro de mar, mas não troco aromas românticos pelo que me entra nos olhos e na alma, todos os dias, a norte e a sul. É por isso que não tenho janelas fechadas.
neste 11º tenho todo o ano formigas, moscas e o pior: australopitecos a fingir que terminou a hominização
São os elos perdidos.
Baratas penso que o “inteligente” terá alterado para batatas.
Nem lhe conto o que esse miserável me tortura todo os dias.
Justiça, definiram linearmente os gregos, consiste em dar a cada um aquilo que lhe cabe. Depois,observaram que no mundo não existiam apenas coisas boas, e precisaram que tão injusto é o que se apropria de mais coisas boas do que lhe competia como o que se furta à quota de coisas más que lhe cabia.
Aprendi e interiorizei isto há mais de 60 anos e tem-me ajudado ao longo da vida a analisar e a discernir fenómenos sobretudo políticos. Assim, quando oiço falar de justiça social ou justiça colectiva não tenho qualquer dúvida que me estão a agredir. A retirar protagonismo ao indivíduo, que é e deve ser o centro de tudo e substituí-lo por um qualquer conceito colectivo que tanto pode ser o cidadão solidário da Revolução Francesa de 1789 como o homem novo da Revolução Russa de 1917. O resultado é sempre o mesmo. Muitos mortos e a liquidação da liberdade.
Que a ONU tenha instituído esse dia, apenas confirma a opinião que já formei dessa organização. E nem preciso dos escândalos de corrupção ligados ao aprovisionamento de capacetes azuis, nem aos ordenados praticados, nem sequer aos casos de violações e outras violências sobre populações assistidas, muito potenciadas por disporem de alimentos, medicamentos e dinheiro em zonas onde tudo isso falta.
Tem muita lógica no que diz, Francisco. Posso discordar em uma coisa por outra, mas faz todo o sentido.
O meu Pai a partir de certa idade sempre teve cão, mas na área reservada à família o cão não entrava.
Moro há 40 anos num prédio de 9 andares e nunca ninguém teve qualquer tipo de animal. Alguns apesar de passarem dos 80 não tiveram a necessidade de ter animais.
Na minha pequena rua com umas centenas de moradores raros são quem tem cão.
Não vejo qq mais valia em ter cão. Pelo que observo limitam-se a cheirar o que os da espécie fazem.
Um familiar cirurgião de vez em quando tem de operar bebés com rasgões de orelhas, narizes lábios, etc.
Já tive cães. São mais companheiros, mas quem trabalha, quase que não tem vida para cuidar dos filhos, por isso ter um cão fechado num apartamento é desumano. Desde que que casei, só tive gatos.
Mas garanto, Maria, que não há cães maus, apenas pessoas que não os sabem educar e educar um animal não é ao pontapé.