Com todas as vantagens que lhe saliento, uma mesa-de-cabeceira virtual tem inegavelmente muito menos que se lhe diga do que uma mesa física. Quase tenho vergonha de a colocar aqui. Mas, enfim, são os trade-offs, a que qualquer um com formação em Economia está habituado. Destes quatro volumes, o Asterix é um dos três ou quatro da série que re-re-reli recentemente. Sempre agradável, embora continue a preferir Tintin. O Great Gatsby e Dreams of Joy foram deixados a meio, nem sei bem por quê, mas serão certamente recuperados, até porque qualquer um dos dois vale a pena. O primeiro por motivos óbvios, o segundo por ser irresistível para quem andou pelo Oriente. La cultura – Todo lo que hay que saber, de Dietrich Schwanitz, polémico professor universitário alemão, é o livro que agora estou a ler. Tem, aliás, uma história engraçada nas minhas mãos, visto que o tentei ler pela primeira vez quando tinha 15 anos, com muita boa vontade mas pouco sucesso. Estamos agora a ajustar contas e, para já, recomendo.


Não vou ser cliché e vangloriar o “cheiro do papel”.
Mas, na verdade, prefiro-os.
Não nego que é um atractivo do livro físico. Mas o formato digital tem muitas vantagens. E, em fim de contas, valorizo mais o conteúdo do que o continente.
Eu também prefiro Tintin a Astérix, embora a a diferença seja mesmo muito pequena 😉
Tenho igualmente esse livro de Dietrich Schwanitz. Nunca o li completamente, apenas partes. Quando mo ofereceram, achei estranho. Como podia alguém ter a pretensão de colocar toda a sabedoria num único livro? Haverá ideia mais absurda? Mas, na verdade, é uma leitura muito interessante e útil.
(era suposto vir aqui)
É. A pessoa de quem veio o livro, na altura, seria talvez a última pessoa a recomendar um livro do género “leia isto e fique a saber todo o que interessa”. Por isso confiei. E não me arrependi (até agora, vá). Na verdade, é mais um livro sobre o porquê das referências da cultura ocidental, o modo como elas se interligam e a relação delas com a história política e cultural do ocidente.
Quanto ao Tintin…acho mais rico, menos repetitivo. Mas também estou sempre a voltar ao Asterix.
Par Toutatis!
Que mesa de cabeceira tão gira.
Gostei!
🙂 Antonieta
Obrigado, Antonieta. Só espero que o céu não nos caia em cima da cabeça!
É. A pessoa de quem veio o livro, na altura, seria talvez a última pessoa a recomendar um livro do género “leia isto e fique a saber todo o que interessa”. Por isso confiei. E não me arrependi (até agora, vá). Na verdade, é mais um livro sobre o porquê das referências da cultura ocidental, o modo como elas se interligam e a relação delas com a história política e cultural do ocidente.
Quanto ao Tintin…acho mais rico, menos repetitivo. Mas também estou sempre a voltar ao Asterix.