
«A morte é como outro cobarde qualquer. (…) Não ataca um tipo qu’a olhe nos olhos a menos qu’ele s’aproxime de mais.»
William Faulkner, Sartoris (1929), p. 220
Ed. D. Quixote, 2011. Tradução de Ana Maria Chaves.

«A morte é como outro cobarde qualquer. (…) Não ataca um tipo qu’a olhe nos olhos a menos qu’ele s’aproxime de mais.»
William Faulkner, Sartoris (1929), p. 220
Ed. D. Quixote, 2011. Tradução de Ana Maria Chaves.
Não estou a ler Sartoris, mas estou a ler A Aldeia de William Faulkner e Sartoris está na memória de algumas personagens da família Snopes pelas maldades que ele lhes fez.
Não sei como é esse livro, mas o fluxo de consciência dá páginas muito belas de escrita intercaladas com outras de grande dificuldade de leitura.
‘Sartoris’ é uma obra-prima. Um dos melhores romances que li nos últimos dez anos, seguramente.