«É-me possível imaginar que, se acaso houver um Deus que ame, o Diabo deve ser levado a destruir mesmo a mais frágil, a mais defeituosa imitação desse amor. Não teria ele medo de que o hábito de amar se enraizasse, e não tentaria apanhar-nos a todos no papel de traidores, para ajudá-lo a exterminar o amor?»
Graham Greene, O Fim da Aventura (1951), p. 100
Ed. Estúdios Cor, Lisboa, 1965 (3ª edição). Colecção Latitude, nº 3. Tradução de Jorge de Sena

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