Pensamento da semana


Rui Rocha,

Se Cristo calhasse de vir ao mundo em 2014, José seria Chef de Cozinha e os Reis Magos trariam flor de sal, cardamomo e vinagre de sidra.

20 comentários em “Pensamento da semana”

  1. Não vai calhar, Jesus, vir ao mundo agora porque o mundo de agora, é pior que aquele de há 2014 anos. Não vale a pena porque o homem de hoje, é insensível, a tudo e a todos e quando falam ou agem, em nome de Cristo, é apenas para lavarem as suas imagens e nada mais………

    1. Fátima, acabei de ler o seu rosário. Só há uma ligeira divergência quanto à sua opinião. É esta:
      Se Cristo não servir para lavar as imagens e até mesmo os pés, que é um símbolo de serviço e cuidado, então, afinal o que celebramos?

      Julgo que a parábola da dracma perdida e/ou da ovelha perdida dar-lhe-á uma melhor indicação na questão colocada.
      Mas se não for suficiente, recomendo a leitura sobre a parábola do filho pródigo.

      Por último, penso que a actual sociedade está muito semelhante à daquela época, no que respeita ao farisaísmo que a caracterizava. Só que agora este farisaísmo mudou de mãos.

  2. E a mais bela história de todos os tempos seria Seguramente a 1a edição de Secret Story ?

    Ainda hoje pensei nos caídos em desgraça que fazem as manchetes dos nossos dias e, imbuída do espírito da época, não achei despropositado darmos-lhes uma força.
    Depois de refletir bastante, concluí que afinal as coisas são como são, e que não sentirei remorso algum em retirar a cedilha.
    Festas Felizes, Pedro , em beijinho e um Abraço amigo da Dulce.

      1. O meu irmão, que também se chama Rui, estava comigo ao telefone. Depois de lhe enviar centos de beijinhos que detribuirá entre a minha cunhada e o meu sobrinho Pedro, fiz para aqui uma trapalhada e só agora é que me apercebi.
        Peço desculpa pela gafe, Rui, são dois beijinhos , um abraço e votos de festas Felizes.

  3. E o presépio seria servido confitado, caramelizado, com redução de qualquer coisa e sobre cama de outra qualquer, mas sempre escolhidas para impressionar o basbaque. Tudo apresentado por entre mil maneirismos e outros tiques, sob um bem encenado “stress”, como se a profissão de cozinheiro(a) – que digo eu, “chef”! – fosse crucial ao devir da humanidade e ela própria um verdadeiro e heróico calvário de bíblicas proporções e apenas vencido por raros eleitos.

    É o tempo que vivemos.

    Costa

  4. Então e Maria?… Será que o Chef José lhe teria descoberto algum segredo e expulsado de casa?

  5. Natal: tempo de mentira, hipocrisia e de tudo o que há de mais reles e baixo neste mundo.
    Não ´minha intenção, mas se ofendo alguém aceite as minhas humildes desculpas pela sinceridade.

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