Sem falsas modéstia, ainda que com algum poder, ouso habilitar-me a atirar uma pedra (não sei se a primeira) à Cunha, talvez a maior instituição nacional, a base de toda a ganância política e, de certeza, o ponto de partida de toda a corrupção. João de Brito
Ora vê Pedro Correia: você citou mas não se atreveu a atirar a primeira pedra. Desta vez não foi Lavourada, foi Pedrada ( ou Correiada, como preferir).
O problema é fazer isso no sector público, com o acréscimo de poder que deriva daí. As escolhas pessoais no sector privado —que não esteja em contacto e em promiscuidade com o lado negro da força, o Estado— são legítimas.
Retiro o que disse! Depois de ler os últimos comentários do Lavoura dissipam-se-me todas dúvidas axiológicas e metafísicas acerca da sua identidade com a indigência moral!
Sem falsas modéstia, ainda que com algum poder, ouso habilitar-me a atirar uma pedra (não sei se a primeira) à Cunha, talvez a maior instituição nacional, a base de toda a ganância política e, de certeza, o ponto de partida de toda a corrupção.
João de Brito
Não sei como me saiu poder em vez de pudor.
Outro dia, também escrevi cota em vez de quota.
Quando uso o telemóvel…
João de Brito
Ora vê Pedro Correia: você citou mas não se atreveu a atirar a primeira pedra.
Desta vez não foi Lavourada, foi Pedrada ( ou Correiada, como preferir).
Jamais atiraria a primeira pedra. Ainda acertava no comentador Lavoura.
“Ainda acertava no comentador Lavoura.” Ou caía-lhe sobre os pés.
Aos pés do Lavoura? Nem pensar. Não quero lesionar o comentador mais carismático deste blogue.
Tirou-me a pedra da mão, ia atira-la ao Lavoura. Ainda tenho outra para atirar ao governo.
Eu nunca fui nomeado para o governo, nem pelo governo. Ao contrário do Pedro Correia.
Não seja invejoso. A inveja é um defeito muito feio.
Pois é, não gosta que recordem isso. Você era primo de quem??
O Lavoura? Sei lá de quem ele é primo.
O problema é fazer isso no sector público, com o acréscimo de poder que deriva daí. As escolhas pessoais no sector privado —que não esteja em contacto e em promiscuidade com o lado negro da força, o Estado— são legítimas.
Esta está para além da lavourada! Isto é indigência moral, só ao alcance de um profundo desalmado!
Retiro o que disse! Depois de ler os últimos comentários do Lavoura dissipam-se-me todas dúvidas axiológicas e metafísicas acerca da sua identidade com a indigência moral!
Credo, eu nunca tive dúvidas axiológicas ou metafísicas provocadas pelo Lavoura.