Foi uma ilegalidade publicar notícias destas. Uma descarada violação do segredo de justiça. Que horror. Ainda não teriam inventado providências cautelares naquela época?
Jornalismo de “buraco de fechadura”
Pedro Correia,
Foi uma ilegalidade publicar notícias destas. Uma descarada violação do segredo de justiça. Que horror. Ainda não teriam inventado providências cautelares naquela época?
“Isto”, não são especulações nem suspeitas de suspeitas, são gravações de crimes:
“António Preto terá recebido 40 mil euros numa mala
PJ gravou telefonemas entre líder do PSD/Lisboa e um empresário”( in Expresso citado por si)
Aquilo a que quer atribuir a mesma importância são relatos de gravações de terceiros sobre alegados negócios em que não está presente nem quem vc quer, nem foi ouvido a falar sobre elas mesmas.
Compreendo o incómodo e o desespero. Só que isso não o autoriza a misturar alhos com bugalhos nem a pescar em águas turvas.
Questão de honestidade intelectual, está a ver?
Cumps.
Ena pá: registei a sua espantosa expressão “gravações de crimes”. Basta uma escuta da PJ ser transcrita num jornal para você incriminar, julgar e… condenar.
E a presunçãozinha de inocência, não existe neste caso?
Sem querer, com o seu comentário, você disse tudo a respeito da forma como algumas pessoas entendem o papel da imprensa. Nuns casos a violação do segredo de justiça é “crime”, noutros casos a violação do segredo de justiça serve para condenar antecipadamente um adversário político.
Agradeço-lhe este exemplo vivo de ‘double standard’ que acaba de fornecer-nos. Era precisamente aí que eu queria chegar.
Há gente que tem tanta pressa em defender um dos lados da “barricada” que nem é preciso cascas de banana,eheheheh.
abraço
É o delírio.
Estas dualidades custam-me a perceber… Falar ao TMV dá direito a multa. Muito bem, percebe-se. Assoar também. Ok, não se percebe tanto, mas…
E fumar? Agarrar no cigarro, “aparar a cinza”, apagar o cigarro… Com a eventualidade de cair sobre as pernas e gerar um acidente… Não dá!
Enfim, o problema deste país, assim como todas as leis e de quem vigia o seu cumprimento, é que é à vontade e humor do freguês…
Ok, ok. Mas esse comentário é para outro texto, um pouco mais acima.
eram alturas mais rústicas, hoje é tudo é pago com robalos, vivemos tempos mais sofisticados.
Os esqualos apreciam robalos.