Vocês serão a minha perdição: os carros old fashion,as motos,os velhos temas dos discos de vinil, os LP e os EP,tenham lá dó,eu sou do tempo dos bailes de garagem, malta !! A grande inovação tecnológica dos meus 16/17 anos foi a calculadora electrónica de bolso Texas Instruments. Eu nasci em 1955,tenham cuidado que já não aguento emoções fortes…
Ehheheh. Calculadora da Texas Instruments: disso já não há. E o homem da Regisconta também não. (aqui, como já reparou, cultiva-se a saudável nostalgia)
Um persistente, daqueles que nunca desilude. Do tempo em que as boas letras eram um requisito indispensável. Gosto muito.
Também gosto muito, Chloé. Leonard Cohen é um grande escritor de canções. Há-de cá voltar algumas vezes, no âmbito desta série.
Vocês serão a minha perdição: os carros old fashion,as motos,os velhos temas dos discos de vinil, os LP e os EP,tenham lá dó,eu sou do tempo dos bailes de garagem, malta !! A grande inovação tecnológica dos meus 16/17 anos foi a calculadora electrónica de bolso Texas Instruments. Eu nasci em 1955,tenham cuidado que já não aguento emoções fortes…
Ehheheh. Calculadora da Texas Instruments: disso já não há. E o homem da Regisconta também não.
(aqui, como já reparou, cultiva-se a saudável nostalgia)
Finalmente o Cohen 🙂
Também há-de vir o Bob Marley. E o Lou Reed. E o Dylan. E… tantos outros.
Isto é o que eu chamo uma canção vasodilatadora… como todas ou quase todas as do Cohen, aliás.
Uma canção vasodilatadora: grande definição, Ana!
Um trovador.
A escrita, que acompanha a música (ou será o contrário?), é de uma beleza rara.
Mais uma escolha muito feliz.
Um trovador, sem dúvida. Sou fã dele, há muitos anos.
esta é boa, embora preferisse “famous blue raincoat”
Com esta chuva, “raincoat” vinha a calhar. Talvez por cá passe também.
…força, então.
Já está programado. Só não digo a data para não quebrar o ‘suspense’.
Belíssima escolha, Pedro – canção, vídeo, Cohen – enfim, tudo – muito cá de casa…
Ainda que gostou, Maria.
Detesto. Completamente.
Pena não teres gostado, Leonor.
Considero um grande privilégio ter conseguido ver este senhor ao vivo, duas vezes. Agradeço ao meu pai ter-me habituado a ouvi-lo.
Privilégio, sem dúvida.
Apesar de ser uma figura incontornável, estou como a Leonor. 🙂
De facto, por aqui não há existe monolitismo. E ainda bem.
Mais uma das canções da minha vida 🙂
Também da minha, VL. Esta e ‘First We Take Manhattan’, ‘I’ m Your Man’, ‘Suzanne’ e algumas outras.