Dá cá 60 euros. Foi recentemente, na VCI (Porto), segundo esta notícia relata. É melhor esquecer também aquele velho hábito de levar a mão à frente da boca e nariz quando se espirra. Se circular numa autoestrada e fizer muita questão de usar a mão para tapar a boca e nariz, por o seu carro não ter limpa-vidros do lado de dentro, procure a saída ou o posto de gasolina mais próximo, encoste o carro e espirre então em segurança.
Quando se encosta o carro para abastecer o depósito, aconselha-se que aproveite para limpar o nariz, coçar a orelha, puxar o cabelo para trás, secar a saliva no canto da boca e tirar o insecto que entrou no olho.
O único inconveniente que se tem encontrado é o do car-jacking. Os meliantes andam agora atentos aos condutores constipados ou alérgicos aos fenos, esperam que eles encostem para espirrar e assoar o nariz… e zás!…
P.S. (salvo seja!) — O recorte de jornal foi enviado pelo nosso comentador habitual Luís Reis Figueira.


Então, quando a “ótoridade” é a “ótoridade” que se sabe, estamos à espera de quê?
Estamos à espera que a ASAE retire os lenços de papel do mercado. Certo? Hehe…
Estou a imaginar-me a conduzir com uma total concentração enquanto um fio viscoso me escorre pelo nariz e ameaça passar ao lábio, numa sensação de salgado que, muito provavelmente, mais não fará que aumentar a já minha mui elevada concentração nos carros da frente, do lado e de trás, para além dos aviões, cujo ruido devo antecipar por forma a reduzir drasticamente a velocidade ante o perígo, mas uma redução equilibrada ao ponto de o Sr. guarda não pensar que estou em busca do lenço de papel para limpar a língua.
Se for na auto-estrada páro na berma para me assoar? O código deixa? Olhe que não, olhe que não…
Nem pensar. Na berma da autoestrada o lenço de papel não serve. Só o papel higiénico e por uma única razão: tem tendência a afugentar os agentes. Hehe…
Ora muitíssimo bem pensado e melhor dito!
Dava jeito ter uma versão maior da imagem digitalizada da notícia !
Pois dava.
V. tem de dedicar-se à pesca digital.
Então pegue lá: riz.jpg
http://blog.pdvel.com/up/files/multa_na
Isto cheira-me a grande treta “jornalística” (ou o jornalista inventou, ou o fulano inventou ou inventaram os dois).
Há umas semanas foi noticiado por um dos tablóides ingleses algo semelhante, mas desta vez com um taxista, em Londres.
No estado em que andam os jornais e a fibra com que os actuais jornalista são feitos, isto cheira-me a grande invenção; com que objectivo não sei.
Nem eu. Deve ser alguma cabala. Descontextualizada.
É pura verdade. Conheço o caso, que não é de agora, já tem algum tempo, e a pessoa em causa.
Ora ainda bem. Fico mais tranquilo. Obrigado.
Apetece chamar ‘ranhoso’ ao polícia.
Sem dúvida. Parece que ele nem tinha lenço.
Ora bem (sofrendo eu de rinite alérgica), João, mais uma razão para eu não tirar a carta de condução…;))
Subscrevo. Com sinusite e rinite alérgica, está visto que a Carris vai continuar a ter-me como cliente por muitos e longos anos. O passe mensal sempre fica apenas a metade do preço da multa.
Eu devia ter vergonha, mas, o anónimo sou eu…
Já ninguém tem vergonha neste país. Hehe…
No seu caso, é melhor não tirar carta até que lhe saia o euromilhões.
Isso sim, João, é um conselho de amigo – preocupado com as minhas finanças – obrigada, João – não chegarei a tirar a carta..;))
Não se tira nada que é feio…
E tirar macacos do nariz, também dará multa?
Claro. É ‘x’ por macaco. E os macacos estão pela hora da morte. Lembras-te daquela «macacos me mordam»? Já poucos se lembram. É que os macacos estão a um preço que não se pode.
Que pena. À falta de música, é uma coisa que entretem tanto, a guiar…
eheheh
Lá isso… Até entretém as pessoas dos carros ao lado.