Um filme simpático, mas redutor. Preenche apenas um terço do complexo romance de John Irving, memorável a vários títulos.
0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (51)”
Confesso que, para mim, ver um filme com a Kim Basinger continua a ter o mesmo efeito que olhar o sol de frente: fica complicado seguir os outros personagens e o próprio fio da narrativa…
Grato pela hiperligação. Irving é benevolente em excesso, o que não deixa de ser louvável. O filme merece nota positiva – a tal ponto que levou-me a ler o livro. Mas o romance é francamente superior – embora peque pela ausência da incomparável Kim Basinger, que torna irrelevante qualquer adjectivo.
Manifesto também o meu desconforto pela opção editorial da ASA patente na capa reproduzida e que, julgo, levou à alteração do título da própria obra, à conta de se querer cavalgar a onda do filme. Seria bem mais aceitável (e, sem dúvida, mais correcto) um design como este: http://bookfans.net/wp-content/uploads/images/ISBN_0345469011.jpg
Pois… apesar da glamorosa Kim Basinger e do Jeff Bridges (aposto que nem repararam nele eheheh), eu não gostei deste filme. Vi-o em dvd e acabei por oferecê-lo à Biblioteca juntamente com outros filmes e livros. Nunca tive oportunidade de ler o livro. 🙂 Antonieta
Eu vi em cinema, como vejo quase sempre todos os filmes, e dei-lhe nota 3 (em cinco). O livro é superior, muito mais denso e complexo: merece pelo menos nota 4.
Eu também via sempre os filmes no cinema e quando vim para a Beira ia muitas vezes a Lisboa só para ver filmes. Depois passei a fazer 320kms para ir a Coimbra, ver 2 filmes e regressar no mesmo dia. Entretanto fiquei velha e cansada, o carro também, o dinheiro encolheu, resignei-me e rendi-me ao vídeo e ao DVD. Como dizia o outro: é a vida! Mas também não aturo roedores de pipocas, nem telemóveis, nem palradores durante os filmes. 🙂 Antonieta
Confesso que, para mim, ver um filme com a Kim Basinger continua a ter o mesmo efeito que olhar o sol de frente: fica complicado seguir os outros personagens e o próprio fio da narrativa…
Sobre a adaptação, pode valer a pena ler a opinião do próprio autor do livro: 8/fiction.johnirving
http://www.theguardian.com/film/2005/jan/2
Grato pela hiperligação. Irving é benevolente em excesso, o que não deixa de ser louvável. O filme merece nota positiva – a tal ponto que levou-me a ler o livro. Mas o romance é francamente superior – embora peque pela ausência da incomparável Kim Basinger, que torna irrelevante qualquer adjectivo.
“Confesso que, para mim, ver um filme com a Kim Basinger continua a ter o mesmo efeito que olhar o sol de frente”
🙂
Sério candidato a Comentário da Semana.
Kim Basinger enche o ecrã, mas há por aí uns galãs que me derretem, não obstante o meu ” Outono ” de vida.
(aqui fica um célebre galã do cinema, em sua homenagem)
Manifesto também o meu desconforto pela opção editorial da ASA patente na capa reproduzida e que, julgo, levou à alteração do título da própria obra, à conta de se querer cavalgar a onda do filme. mages/ISBN_0345469011.jpg
Seria bem mais aceitável (e, sem dúvida, mais correcto) um design como este:
http://bookfans.net/wp-content/uploads/i
Não posso estar mais de acordo.
Pois… apesar da glamorosa Kim Basinger e do Jeff Bridges (aposto que nem repararam nele eheheh), eu não gostei deste filme.
Vi-o em dvd e acabei por oferecê-lo à Biblioteca juntamente com outros filmes e livros.
Nunca tive oportunidade de ler o livro.
🙂 Antonieta
Eu vi em cinema, como vejo quase sempre todos os filmes, e dei-lhe nota 3 (em cinco). O livro é superior, muito mais denso e complexo: merece pelo menos nota 4.
Eu também via sempre os filmes no cinema e quando vim para a Beira ia muitas vezes a Lisboa só para ver filmes.
Depois passei a fazer 320kms para ir a Coimbra, ver 2 filmes e regressar no mesmo dia.
Entretanto fiquei velha e cansada, o carro também, o dinheiro encolheu, resignei-me e rendi-me ao vídeo e ao DVD.
Como dizia o outro: é a vida!
Mas também não aturo roedores de pipocas, nem telemóveis, nem palradores durante os filmes.
🙂 Antonieta
Antes um bom filme no ecrã doméstico do que um filme sofrível no cinema. Desde logo por ser mais barato.