Rezava assim, esta tarde, na introdução a esta notícia, a página de Facebook do Público: “Mais pormenores sobre o caso que levou à detenção de José Veiga e do irmão de Santana Lopes.”
Portanto, neste caso, as figuras importantes são um indivíduo de nome José Veiga e um indivíduo que tem um irmão de nome Santana Lopes. A minha dúvida é: José Veiga será filho único?

Bem observado, Ana.
É o tipo de situação que se observa muito…
Jornalismo pouco ético que visa atingir um terceiro de quem não se gosta ideologicamente.
Pouco éticos são os políticos e afins, na generalidade.
Mesmo quando cumprem a lei, que é feita por eles e para eles.
Sem dúvida, mas não têm o monopólio dessa falta e o que V. afirma não infirma o que eu escrevi.
Eu não iria tão longe. Não sei quem colocou aquela frase introdutória à notícia nem sei se há gostos ideológicos à mistura. Mas pode ser um entendimento válido.
Não me diga que acha completamente irrelevante o parentesco da pessoa.
Se, por hipótese, morresse o irmão ou o pai de um ex-ministro ou primeiro ministro, seria mau jornalismo indicar outra coisa que não o nome da pessoa?
Então o cão do Obama é notícia porque existe ou porque é do Obama?
A questão da relevância ou irrelevância de certos factos para as notícias tem que ser analisada em cada caso concreto. De acordo com as notícias que surgiram até agora sobre este assunto parece que, para a situação em causa, o parentesco referido não tem qualquer interesse. O mesmo não se passa, claro, no que diz respeito à valorização que dele é feito para aumentar a curiosidade sobre a notícia. A referência a essa condição (que já tinha sido feita noutras notícias e que também aparece no texto) na introdução, é que me parece exagerada. Mas talvez seja propositado. É que eles (os irmãos) são tão parecidos que, ao ver as fotografias, ainda os podíamos confundir… 🙂
“José Veiga será filho único?” Eu não sei. Mas quase de certeza que se tem irmão, eles não são figuras mediáticas.
Pois, se fossem saberíamos…