Percebo-a, Antonieta. Não é para todos os gostos. Mas da última vez que estive em Nova Iorque não resisti a uma espreitadela reverente ao mítico edifício Dakota, junto ao Central Park. Não por acaso, é lá que se passa quase todo o filme.
Pesquisando sobre o Ira Levin descobri que, sem saber, já vi três filmes retirados de obras dele: – A Kiss Before Dying – Sliver – The Stepford Wives. Como tenho o dvd do último cá em casa, irei revê-lo um destes dias, é com a Nicole Kidman e a Glen Close, entre outras. Talvez ainda vá ler o Rosemary’s Baby, se o encontrar. 🙂 Antonieta
Não li o livro. Vi o filme em 78 creio, talvez em 77. Estava na moda, tal como o Exorcista , a Carrie, The Omen… Na altura não gostei de nenhum. Ainda mexiam muito com crenças enraizadas. No creo en brujas… mas que há coisas que mexem connosco… enfim… Revi mais tarde já habituada aos filmes B do John Carpenter e soube então apreciar o género e os fantásticos desempenhos.
Este género de filmes está muito longe de constituir um dos meus favoritos, Dulce. Detestei ‘O Exorcista’, por exemplo. Mas abro uma excepção neste caso – tanto em relação ao filme (que conheci primeiro) como ao livro.
Eu achava uma certa piada ao John Carpenter pois os filmes dele (ditos de terror) quase sempre me faziam rir. Na vertente SF gostei muito do ‘Starman’. 🙂 Antonieta
Também gosto muito dos filmes dele – desde os iniciais, como ‘A Faca na Água’ e ‘Repulsa’. Pelo menos mais uma longa-metragem dele será assinalada nesta série, prometo desde já.
Eu também gosto muito do Polanski (estou a pensar no Tess, no Chinatown, no Pianista e muitos outros), simplesmente não quis ver este filme, tal como não quis ver O Exorcista. 🙂 Antonieta
É um filme de tensão, de mal-estar subterrâneo, muito mais do que de cenas chocantes (que “O Exorcista” ainda tem). Em vários aspectos, é puro Polanski: um grupo limitado de personagens, em mudança e/ou com motivos ocultos, tensão, mal-estar. Para mim, a vertente demoníaca é quase um MacGuffin.
Certo, José António. Aliás essa vertente demoníaca – ou, noutro sentido, claustrofóbica e determinista – percorre quase toda a obra do Polanski – mesmo em filmes como ‘Chinatown’, por exemplo. Não por acaso, um dos filmes dele chama-se ‘Cul de Sac’.
Curiosidade: quer o livro quer o filme contam com sequela; mas sem que nada tenha que ver uma com a outra.
Ignorava. Mas em qualquer dos casos eu ficaria por aqui, tanto mais que não sou grande adepto deste género literário e/ou cinematográfico. As “continuações” geralmente servem só para desvirtuar o espírito da obra original.
A sério? Não li o livro mas julgaria difícil poder igualar o filme.
Pensei o mesmo, José António. Mas acredita que é mesmo bom.
Não li o livro nem vi o filme, e não me parece que vá fazê-lo alguma vez.
Sempre fugi um bocado deste tipo de terror…
🙂 Antonieta
Percebo-a, Antonieta. Não é para todos os gostos. Mas da última vez que estive em Nova Iorque não resisti a uma espreitadela reverente ao mítico edifício Dakota, junto ao Central Park. Não por acaso, é lá que se passa quase todo o filme.
Pesquisando sobre o Ira Levin descobri que, sem saber, já vi três filmes retirados de obras dele:
– A Kiss Before Dying
– Sliver
– The Stepford Wives.
Como tenho o dvd do último cá em casa, irei revê-lo um destes dias, é com a Nicole Kidman e a Glen Close, entre outras.
Talvez ainda vá ler o Rosemary’s Baby, se o encontrar.
🙂 Antonieta
Não li o livro.
Vi o filme em 78 creio, talvez em 77. Estava na moda, tal como o Exorcista , a Carrie, The Omen…
Na altura não gostei de nenhum. Ainda mexiam muito com crenças enraizadas.
No creo en brujas… mas que há coisas que mexem connosco… enfim…
Revi mais tarde já habituada aos filmes B do John Carpenter e soube então apreciar o género e os fantásticos desempenhos.
Este género de filmes está muito longe de constituir um dos meus favoritos, Dulce. Detestei ‘O Exorcista’, por exemplo. Mas abro uma excepção neste caso – tanto em relação ao filme (que conheci primeiro) como ao livro.
Eu achava uma certa piada ao John Carpenter pois os filmes dele (ditos de terror) quase sempre me faziam rir.
Na vertente SF gostei muito do ‘Starman’.
🙂 Antonieta
O Carpenter nunca me entusiasmou muito. O filme dele de que mais gostei, se bem me lembro, foi ‘Christine, o Carro Assassino’.
Ainda bem que escreveu “quase sempre”. Aposto que não deu muitas gargalhadas com o The Thing… 🙂
Presumo que esse deve ser mesmo horripilante, não?
Ainda bem que não o vi…
🙂 Antonieta
No género, pareceu-me inovador.
Gosto dos filmes de RP.
Ele próprio tem um não sei quê de inquietante e duende do mafarrico.
Também gosto muito dos filmes dele – desde os iniciais, como ‘A Faca na Água’ e ‘Repulsa’. Pelo menos mais uma longa-metragem dele será assinalada nesta série, prometo desde já.
Eu também gosto muito do Polanski (estou a pensar no Tess, no Chinatown, no Pianista e muitos outros), simplesmente não quis ver este filme, tal como não quis ver O Exorcista.
🙂 Antonieta
Percebo-a bem. Tornou-se um filme de culto e é um dos mais célebres do Polanski. Mas o tema não é para todos os paladares, reconhecidamente.
É um filme de tensão, de mal-estar subterrâneo, muito mais do que de cenas chocantes (que “O Exorcista” ainda tem). Em vários aspectos, é puro Polanski: um grupo limitado de personagens, em mudança e/ou com motivos ocultos, tensão, mal-estar. Para mim, a vertente demoníaca é quase um MacGuffin.
Certo, José António. Aliás essa vertente demoníaca – ou, noutro sentido, claustrofóbica e determinista – percorre quase toda a obra do Polanski – mesmo em filmes como ‘Chinatown’, por exemplo. Não por acaso, um dos filmes dele chama-se ‘Cul de Sac’.
Curiosidade: quer o livro quer o filme contam com sequela; mas sem que nada tenha que ver uma com a outra.
Ignorava. Mas em qualquer dos casos eu ficaria por aqui, tanto mais que não sou grande adepto deste género literário e/ou cinematográfico. As “continuações” geralmente servem só para desvirtuar o espírito da obra original.