

AMÉRICA, AMÉRICA (1962)
Autor: Elia Kazan
Realizador: Elia Kazan (1963)
Entre as obras-primas que Elia Kazan legou ao cinema, esta é uma das menos conhecidas. Filme inesquecível, narra a dura odisseia de um jovem desde a sua Anatólia rural até ao porto de Nova Iorque, cumprindo um sonho. Nascido numa família grega em solo otomano, o cineasta adaptou a sua própria novela, em promissora estreia literária.

Autor e realizador. Foi mesmo o dois em um. Não tinha ouvido falar do livro ou do filme.
Um dos mais belos filmes de toda a década de 60.
Perfeitamente.
Particularmente para quem tenha da emigração algum conhecimento.
Voltado a ver há anos na Cinemateca.
E ao observar a chegada dos emigrantes ao cais de MY, devidamente registados e encaminhados,
a lembrar como na moderna e civilizada Europa, com a saga do mar Mediterrânio, os Estados a ser dirigidos por amadores governanças de faz de conta.
Obra-prima fabulosa. Vi o filme pensando, o tempo todo, que aquela terá sido uma experiência muito semelhante à que dois tios-avós meus tiveram ao emigrarem para Nova Iorque no final da adolescência, no final da I Guerra Mundial.
Eles e muitos milhões de outras pessoas oriundas das mais diversas parcelas do globo.
Terra da promissão, terra da esperança, terra da liberdade.
Ora bolas, fui ver se o encontrava no you tube, mas, free, só encontrei o trailer. Não há almoços grátis:).
Bom dia
Não há filmes, nem discos. nem livros grátis.
Se houvesse, os cineastas, os actores, os músicos, os cantores e os escritores passavam fome.
O elogio do chibo ?
Haja pudor ! Há homens de direita sérios!
“Abraham Chevrolett” é pseudónimo de chibo.
Quando usam dois T no pseudónimo, os chibos costumam ter dois galhos bem afiados.