Já li o livro e vi o filme (251)


Pedro Correia,

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     OS DESCENDENTES (2007)

Autor: Kaui Hart Hemmings

Realizador: Alexander Payne (2011)

Um drama familiar passado no Havai, onde os cenários idílicos funcionam como contraponto à angústia e à tensão de um pai viúvo com duas filhas problemáticas. O belo filme com George Clooney presta inteira justiça ao romance que o inspirou.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (251)”

  1. Também gosto de filmes com gente dentro, como este, ou o Carnage, ou Lost In Translation, ou Cléo From 5 To 7. Curiosamente, o filme que vi recentemente que mais me tocou foi o Grave Of The Fireflies, um anime japonês de Isao Takahata – aconselho vivamente, é uma obra que leva a animação para um nível que não julgava possível, comparado várias vezes ao Schindler’s List. E tem gente dentro, desenhada, mas perfeitamente real. Não é apropriado para crianças.

      1. Concordo. É um fenómeno curioso, há filmes bons, há filmes excelentes, e depois há filmes em que tudo corre tão bem que parece que deitaram as peças dum puzzle ao chão e elas caíram todas no sítio certo. Tenho a obra toda de Sofia Coppola, e ela é consistentemente boa, mas nada se aproxima do Lost In Translation. Talvez o Somewhere seja o segundo melhor. É quase uma pena que ela tenha realizado um filme como o Lost In Translation logo à segunda tentativa. A fasquia ficou logo muito alta.

        1. Acontece muito na história do cinema. O caso mais emblemático é o de Orson Welles, que inicia a carreira com uma obra-prima absoluta. A partir daí nunca mais atingiu o mesmo nível, embora tenha assinado grandes filmes (O Quarto Mandamento, O Estrangeiro, A Dama de Xangai, Otelo, Macbeth, A Sede do Mal, O Processo).

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