Ode ao messianismo


Diogo Novo,

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(ou como o Podemos anuncia o fim da baixa de paternidade de Pablo Iglesias).

0 comentários em “Ode ao messianismo”

    1. Pois é, Pedro. Mas, para meu espanto, o que está a chocar Iglesias e os seus é o “machismo” do cartaz: isto é, o facto de o pronome pessoal “él” aparecer destacado na palavra “vuelve”. Quando achamos que o ridículo atingiu o seu máximo há sempre quem nos demonstre que ainda pode ir mais longe…

    1. Acho que sim, João Pedro. Rocky é a história de superação de um filho da lower class de Filadélfia – e ele vê-se como um filho da “clase baja” de Vallecas. O mais curioso é que o Podemos considere que o fim de uma baixa de paternidade mereça todo este espectáculo.

    1. Temo que seja uma questão de tempo, Miguel (mas, se não me falha a memória, a política espanhola já andou em parada nos programas da Ana Rosa e da Susana Griso).

  1. Parece que alguns estão confusos, nós estamos em Portugal, não em Espanha. Chega de ‘fake-news’ e de manobras de diversão!

      1. e, no entanto, tanta gente aclamando.
        e tanta arte, História, beleza, atrás; onde, sem acaso, está A obra.

    1. Era qualquer coisa deste tipo, sim. Mas entretanto Iglesias pecou e converteu-se aos vícios da “casta” que tanto criticava (um chalet de 600.000€, por exemplo). Da pureza ideológica mantém as purgas e o sectarismo (que o diga Errejon, seu antigo companheiro de luta). Enfim, tudo boa gente, jpt.

  2. Um seguidor de Kim, então, já ali, no Caia. E com larga audiência. Vivemos de facto o fim de um tempo. E o que aí vem não será melhor.

    Mas a este ser, evidentemente, posto que do lado “certo”, não o chamam populista.

    Costa

    1. A audiência já foi maior, Costa. Nem tudo é mau.
      Sim, lamentavelmente está do lado “certo”. Contudo, ainda há gente lúcida: Fernando Savater, colosso intelectual sem papas na língua, disse com todas as letras que em termos de ameaça à democracia o Podemos é muito mais perigoso do que o VOX. Valha-nos gente grande como o filosofo basco.

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