Já li o livro e vi o filme (25)


Pedro Correia,

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 O TALENTOSO MR. RIPLEY (1955)

Autora: Patricia Highsmith

Realizador: Anthony Minghella (1999)

Livro e filme equivalem-se. Um clássico instantâneo do thriller psicológico transposto com inegável mestria e profissionalismo para o celulóide.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (25)”

  1. De acordo, embora eu estivesse um pouco de pé atrás quando vi este filme, porque tinha gostado imenso da versão do René Clément (Plein Soleil, 1960), com o Alain Delon, o Maurice Ronet e a Marie Laforet.
    Foi aliás o primeiro grande papel do Delon, um pouco antes do Rocco e seus Irmãos.
    Mas o Matt Damon também tem um excelente desempenho nesta nova versão da mesma história, bem como a Gwyneth Paltrow e o Jude Law.
    Há tempos tive oportunidade de rever estes dois filmes em dvd e achei-os igualmente bons.
    O livro é excelente, como quase todos da Patricia Highsmith.
    🙂 Antonieta

    1. O Anthony Minghella também adaptou e realizou dois filmes de que muito gosto:
      -O Paciente Inglês, (livro de Michael Ondaatje)
      -Cold Mountain, (livro de Charles Frazier).
      E produziu o admirável filme ‘O Leitor’, realizado por Stephen Daldry, e adaptado do livro homónimo do Bernhard Schlink.
      🙂 Antonieta

      1. ‘O Paciente Inglês é uma obra-prima do melodrama. Também gosto do ‘Cold Mountain’. E ‘ O Leitor é para mim um dos melhores filmes da primeira década deste século. Com uma superlativa Kate Winslet.

        1. Eu gosto muito do Bernhard Schlink, já li vários livros dele e li ‘O Leitor’ antes de ver o filme.
          Quando o filme estreou gostei tanto que fui vê-lo duas vezes. Claro que também tenho o dvd: é realmente um filme extraordinário, feito a partir de um livro admirável.
          🙂 Antonieta

    2. Parece-me que o Matt Damon nasceu para fazer este papel do Ripley, Antonieta. Mais adequado à personagem porventura do que o Alain Delon. Mas confesso: nunca vi ‘Plein Soleil’. É uma lacuna que espero colmatar muito em breve.

      1. Estranhei o Pedro não ter mencionado o Plein Soleil pois estava convencida que o tinha visto.
        Eu comprei o dvd em 2012, encomendei-o na Fnac, tive de esperar um mês por ele, não tem legendas e não foi barato, mas valeu muito a pena voltar a vê-lo.
        🙂 Antonieta

        1. Vi uns largos minutos do filme na televisão francesa numa viagem que fiz a Estrasburgo, há década e meia. Prendeu-me tanto que fiquei com vontade de o ver na íntegra. No dia seguinte fui à FNAC de lá para comprar a cassete vídeo. Mas era de um sistema diferente das nossas televisões, não se ajustava. E fiquei sem o ver por inteiro até hoje. Recordo as belas cores dessa versão, característica que aliás o ‘remake’ de 1999 mantém.

  2. Este remake nem se compara ao “Plein Soleil” (1960), dirigido por René Clément, com Alain Delon, no papel de Ripley, e Maurice Ronet e Marie Lafôret. Não me lembro do título em português. Estreou-se no Império.

    1. Admito que sim, David. Infelizmente nunca tive oportunidade de ver esse filme. Caso contrário tê-lo-ia incluído também aqui.
      Há anos que ando com vontade de vê-lo.

  3. Não creio que tenha visto a versão francesa do filme. Lembrar-me-ia seguramente, porque gosto muito de cinema europeu.
    Li quase todos os livros da Patrícia Highsmith. Ainda releio, porque gosto do género. Este é um excelente livro que resultou num filme bastante bom.
    Melhor ainda, Stangers on a Train e a excelente adaptação do Mestre

  4. Este é (mais) um dos casos em que o exercício de diálogo/confronto pode ser alargado. Por um lado, temos a Riplíade (os cinco livros de Highsmith dedicados ao personagem); por outro, temos as adaptações cinematográficas (de 3 das obras referidas) que nos dão 5 senhores Ripley a contemplar: o de Delon, o de Damon, o de Barry Pepper, o de Dennis Hopper e o de Malkovich. Um deleite…

    1. Curiosamente tenho aqui o Ripley’s Game, da Liliana Cavani, com o Malcovich para ver.
      Há tempos apanhei-o na tv mas já o filme ia a meio, vou agora poder vê-lo na íntegra.
      Nunca vi o Ripley/Hopper nem o Pepper.
      🙂 Antonieta

      1. A da EA reproduzida acima copia a da Penguin (1980). Reformularam-na já por três vezes, mas…
        Para quem preferir, há a edição da Relógio D’Água. Ou a da Sábado. Ou então, tentar achar a da Livros do Brasil…

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