«Poucos países têm as condições económicas e sociais para ajudar tanto como Alemanha. E reconheço a desproporcional carga que o problema [dos refugiados] representa para países como a Grécia, a Hungria e a Itália. Mas também aqui há comportamentos públicos e privados que só posso lamentar e censurar. Como censuro a fraca disponibilidade de outros países que não estão na linha de frente. Faço o meu juízo moral. Mas compreendo que não se pode impor o acolhimento de refugiados à força.
Ainda noutra folha da história está o problema do afastamento da Hungria e da Polónia dos valores europeus. Não confundamos a pressão alemã neste assunto e a imposição de uma lógica financeira que beneficia a Alemanha em detrimento de outros países europeus com o repúdio que a União Europeia finalmente mostra em relação aos desenvolvimentos políticos na Hungria e agora na Polónia. O que está acontecer aqui é a desmontagem de pilares fundamentais da democracia, da independência da justiça e da liberdade da imprensa. Não tenho dúvidas: um país que abandona estes valores, por sufrágio democrático ou não, não tem lugar na UE.»
Do nosso leitor Lutz Brückelmann. A propósito deste texto do Luís Naves.

consta que a central atómica de Almaraz ocupa o 3º lugar
entre as mais problemáticas do mundo.
o monhé Wimpy devia acabar com ela
A Hungria e a Polónia é que neste caso não só têm valores Europeus como têm valores Universais que vêm com a existência de um País: Defendem a sua população.
O Governo da Merkel e alguns dos membros do Delito só têm valores pós modernos e nihlistas.
E assim calaram-se com os ataques… Fossem ataques de claques ou outros como disse noutro post e seriam textos e textos a falar aqui no Delito da sua ocorrência.
E se fossem claques teríamos muitos mais casos espalhados pelos jornais que hoje os censuram. Não só os do fim de ano, pois esses até foram dos menos graves embora mais mediáticos.
Os imigrantes vêm de culturas violentas essencialmente Islamicas que se estão nas tintas para a Liberdade dos outros.
São pessoas que emigram porque as sociedades que contruiram com os seus valores violentos, valores anti-mulher, valores anti-semitas acabaram destruídas. E acabaram destruídas por causa desses valores que professam.
O Fim do ano foi pacífico na Hungria. Pois a Hungria construiu um Muro.
O Fim do ano já não foi pacífico na Alemanha que a Merkel abriu as portas.
Na primeira estão as regras básicas da civilização, da sua construção e manutenção.
Na segunda estãos a regras básicas do jornalismo marxista, do nihilismo e pós modernismo.
E por isso é que nenhum jornal vai fazer uma investigação como o comportamento das mulheres europeias mudou com a chegada dos imigrantes.
Censura consciente.
Caro Lucklucky, não precisa de meu apoio mas tem-no.
Duas observações :
a) “Valores europeus” são aqueles “aconselhados” pelos vencedores de 39/45 ( entre os quais nos apresentam a França !!…e respectivo partido comunista – o de então, não a agremiação de bairro dos nossos dias).Diga-se de passagem que foram revistos nos finais da década de 60, princípios de 70, sec. passado.
Muito, para não dizer tudo, daquilo a que se chama “valores europeus” é marxismo cultural exportado pelo “campus” universitário ianque e aqui consumido e divulgado exactamente como qualquer dos “tops” do “show-biz”.
b) “UE”. Enquanto a coisa , coerente e realisticamente, se denominou “Mercado Comum”, ou “Comunidade Europeia” , tudo correu em termos perfeitamente aceitáveis.
Quando se quis forçar a realidade, o estoiro foi inevitável.
Compreende-se que daqui da Ibéria se fale , e com toda a propriedade, de Europa – todos nós sabemos que esta noção geográfica/cultural começa na vertente oriental dos Pirenéus…Mais do que periféricos, nós somos “exteriores”…
Não existe Europa num sentido poítico, existem países europeus, com populações, idiossincracias, religiões e interesses diferentes – opostos, muitas vezes.
De certo modo, a História da “Europa” é a História das guerras entre esse países.
E este nosso tempo, perigosíssimo, volta a prová-lo – e , suprema ironia da História, face à ameaça iminente apresentada pela invasão islâmica, talvez não fosse surpreendente de todo termos a Europa salva , desta vez, pela Santa Rússia , exorcizados os fantasmas criminosos do comunismo…
O Luck e o comentador anónimo que se lhe seguiu já disseram tudo.
Enquanto uma pseudo elite quiser continuar a enganar as populações e para isso tiver o apoio da comunicação social e socializada, reverter esta situação terá maiores custos.
Os ataques de Colónia ocorreram na passagem de ano e só esta semana na quinta-feira se falou alguma coisa sobre o assunto, na generalidade a comunicação social ignorou ou não deu relevância e que eu acho piada é classificar o PEGIDA de extrema – direita colocando-o ao mesmo nível dos neo-nazis que defendem a estupidez da pureza racial e outras merdas do género. Se fosse um movimento social a pedir a eutanásia decerto era só um movimento social… enfim…
Felizmente para os Polacos e Hungaros os governantes de lá tem-nos no sitio e não estão ao serviço dos burocratas de Bruxelas (que por sua vez estão debaixo da bota da Chanceler).
P. Q. P. os criminosos que querem trazer para o nosso seio o caos e o sofrimento que eles próprios criaram á revelia dos seus povos.
“Decididamente, decisivamente, pela Nação, por nós e… até por eles.”